Preço e ofertas influenciam compra do presente de Páscoa

A Páscoa é responsável por gerar despesas extras no supermercado, além de chocolate, como a compra de bacalhau, peixes em geral, colomba, entre outros gastos.

Em sua pesquisa sobre Hábitos de Consumo na Páscoa, a Boa Vista SCPC identificou que a maioria (57%) dos consumidores levará em conta “preço e ofertas” ao comprar os presentes

Outros 35% considerarão a “qualidade do produto” e 8% vão comprar levando em conta “lançamentos e novidades”, o “formato” e a “embalagem”. A pesquisa foi feita com mais de 1.700 respondentes entre 6 de fevereiro e 14 de março, por meio de questionário eletrônico, e buscou conhecer o comportamento do consumidor para o feriado santo, comemorado no próximo domingo, dia 1º de abril.
Mesmo motivados por “preços e ofertas”, 54% disseram preferir ganhar Ovos de Páscoa. Outros 20% bombons ou caixas de bombons, 13% itens diversos, 10% barras de chocolate e 3% colombas pascais. 1/3 dos consumidores pretende gastar mais nessa Páscoa em relação a 2017; 43% pretendem “manter o mesmo padrão de despesas”; e 26% “gastar menos”; 49% dos respondentes disseram que irão gastar entre R$ 50 e R$ 200 com as compras de Páscoa. Já o valor médio, considerando todas as faixas de valor, será de R$ 94.
83% pagarão as compras de Páscoa à vista. 55% utilizarão dinheiro. 31% débito. 13% cartão de crédito (parcela única) e 1% carnê/boleto. 17% pagarão de forma parcelada as compras de Páscoa e destes, 87% farão por meio do cartão de crédito. Outros 12% usarão carnê/boleto e 1% cheque pré-datado. As comemorações de Páscoa são responsáveis por gerar despesas extras no supermercado, além do consumo de chocolate, como a compra de bacalhau, peixes em geral, colomba, entre outros gastos.

Inflação do aluguel acumula alta de 0,20% em 12 meses

Índice avançou 0,64% em março, ante 0,07% no mês anterior.

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), avançou 0,64% em março, ante 0,07% no mês anterior. No ano, o índice acumula alta de 1,47% e nos últimos 12 meses, de 0,20%. O índice dos últimos 12 meses é a referência para a maioria dos reajustes de contratos imobiliários. Em março de 2017, o índice havia subido 0,01% e acumulava alta de 4,86% em 12 meses. Os dados foram divulgados hoje (28) pela Fundação Getulio Vargas.
O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) variou 0,89% em março, após registrar queda de 0,02% no mês anterior. Os preços dos bens finais avançaram 0,57% em março, após recuarem 0,71% em fevereiro, com o principal destaque para o subgrupo de alimentos in natura, com a variação passando de -2,24% para 9,86%. A taxa de variação do grupo bens intermediários passou de 0,87% em fevereiro para 0,69% em março, sendo o destaque para o subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, com o percentual passando de -0,61% para -2,58%. Os dados mostram também avanço de 1,54% no índice do grupo matérias-primas brutas. Em fevereiro, o índice havia registrado queda de 0,23%.
As principais contribuições para a alta partiram de: soja em grão (-0,11% para 5,78%), milho em grão (0,15% para 11,41%) e leite in natura (-2,47% para 5,98%). Em sentido oposto, as principais quedas foram nos itens minério de ferro (0,38% para -1,88%), mandioca (7,82% para -2,39%) e suínos (-1,17% para -7,23%) (ABr).

Inadimplência das empresas cresceu em fevereiro

O volume de empresas com contas em atraso e registradas em cadastros de inadimplentes cresceu 6,76% em fevereiro, na comparação com o mesmo período do ano passado. É a quinta vez consecutiva que o indicador acelera na base anual de comparação. Os dados são do Indicador de Inadimplência apurado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Na comparação mensal, isto é, entre fevereiro e janeiro de 2018, o indicador cresceu 0,90%.
“O momento econômico vivido no biênio 2015-2016 impôs severas dificuldades para empresas e consumidores, afetando a capacidade de honrarem todos os seus compromissos. Ainda há efeitos da crise, mas também há sinais de retomada da economia. Para este ano, espera-se que, à medida que os negócios se recuperem, a capacidade de pagamento das empresas que têm essa dificuldade também melhore”, afirma o presidente da CNDL, José César da Costa.
Os dados regionais mostram que o Sudeste lidera o crescimento da inadimplência entre as empresas. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, o número de pessoas jurídicas negativadas na região cresceu 10,49%, a mais elevada entre os locais pesquisados. Em seguida aparecem, na ordem, as regiões Sul, que registrou avanço de 3,72% na mesma base de comparação, Centro-Oeste (3,05%), Norte (1,96%) e Nordeste (1,90%) - (SPC/CNDL).

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