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Subutilização da força de trabalho atinge 27,7 milhões de pessoas

Subutilizacao temporario

A taxa de subutilização da força de trabalho no Brasil atingiu um nível recorde no primeiro trimestre de 2018, informou ontem (17), no Rio de Janeiro, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)

Acrescentou que 27,7 milhões de trabalhadores estão subutilizados, o que corresponde a 24,7% da força de trabalho no país, o maior percentual desde 2012.
São consideradas subutilizadas as pessoas que estão desempregadas, as disponíveis para trabalhar mais horas, mas não encontram essa possibilidade, as que gostariam de trabalhar, mas não procuraram emprego e as que procuraram, mas não estavam disponíveis para o trabalho. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), que também informa que o contingente de desalentados é de 4,6 milhões de pessoas. No último trimestre de 2017, esse grupo somava 4,3 milhões de pessoas.
A população desalentada é a que desistiu de procurar emprego e é definida como a que estava fora da força de trabalho por não conseguir um emprego adequado, não ter experiência ou qualificação, ser considerada muito jovem ou idosa, ou não haver trabalho na localidade em que reside. A taxa de desalento atinge 4,1% da força de trabalho ampliada no Brasil e é mais intensa na Região Nordeste, com 9,7%. Em Alagoas, 17% da força de trabalho desistiram de procurar emprego e, no Maranhão, 13,3%. No Rio de Janeiro e em Santa Catarina, o desalento é de 0,8% (ABr).

Mercado projeta déficit de R$ 138,5 bilhões nas contas públicas

Mercado temporario

Instituições financeiras consultadas pelo Ministério da Fazenda projetam que o déficit primário do Governo Central, formado por Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central, deve chegar a R$ 138,543 bilhões neste ano. A estimativa está abaixo da meta de déficit perseguida pelo governo de R$ 159 bilhões. Em abril, a projeção era R$ 136,103 bilhões.
Os dados constam da pesquisa Prisma Fiscal, elaborada pela Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda, com base em informações do mercado financeiro. Para 2019, a estimativa das instituições financeiras é déficit de R$ 105,929 bilhões, contra R$ 107,304 bilhões previstos em abril.
A projeção da arrecadação das receitas federais este ano caiu de R$ 1,459 trilhão para R$ 1,453 trilhão, neste ano. Para 2019, a estimativa é R$ 1,576 trilhão, ante R$ 1,578 trilhão previsto anteriormente. Para a receita líquida do Governo Central, a estimativa para este ano é R$ 1,219 trilhão, ante R$ 1,223 trilhão prevista no mês passado. No caso da despesa total do Governo Central, a projeção permaneceu em R$ 1,359 trilhão, em 2018.
A pesquisa apresenta também a projeção para a dívida bruta do Governo Central, que, na avaliação das instituições financeiras, deve ficar em 75% do PIB, neste ano. A previsão anterior era 74,9% do PIB. Para 2019, a estimativa ficou em 76,8% do PIB, ante 79,9% previstos no mês passado (ABr).

Coreia do Sul abre mercado à carne suína brasileira

Coreia temporario

Pouco mais de um ano depois da Operação Carne Fraca denunciar um esquema de adulteração de carnes em diversas empresas, o que gerou uma crise com outros países que suspenderem temporariamente a importação do produto, o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, anunciou ontem (17) que o governo da Coreia do Sul abriu mercado para a carne suína brasileira.
“Amanhecemos com uma ótima notícia: a Coreia do Sul abriu seu mercado de carne suína para o Brasil. Mercado de 1,5 bilhões de dólares por ano”, disse Maggi em sua conta no Twitter. De acordo com o ministro, que está em Xangai, na China, inicialmente as exportações sairão de Santa Catarina, que já tem quatro estabelecimentos credenciados.
Em abril, o Ministério já havia comentado que as negociações entre os dois países estavam avançadas e provavelmente o resultado seria positivo. O mercado da Coreia do Sul é considerado um dos mais almejados pelos exportadores, principalmente pelo valor que paga pelo produto (ANSA).

Varejo cresceu 4,1% na 1ª quinzena de maio

O varejo paulistano registrou alta média de 4,1% no movimento de vendas na primeira quinzena de maio sobre igual período do ano passado. O desempenho foi puxado pelo Dia das Mães, mas foi desigual entre os sistemas à vista (-4%) e a prazo (12,2%). Os dados são do Balanço de Vendas da Associação Comercial de São Paulo (ACSP).
“Os números indicam que, diferentemente do ano passado, neste Dia das Mães as compras não ficaram restritas aos presentinhos, adquiridos à vista, e houve espaço para bens duráveis, geralmente parcelados e, portanto, incentivados pela conjuntura mais favorável”, comenta Alencar Burti, presidente da ACSP, acrescentando que a conjuntura abrange queda dos juros, alongamento dos prazos e recuperação salarial.
Em 2017 o Balanço de Vendas/ACSP registrou alta média de 1,3% na primeira quinzena de maio frente ao mesmo período do ano anterior, com alta de 4,7% no sistema à vista e retração de 2,2% a prazo. “O sistema à vista foi prejudicado pelas temperaturas mais altas no período, sem frentes frias, o que não estimulou a procura do consumidor por roupas e calçados da moda Outono-Inverno, seja para presentear as mães, seja para uso próprio”, diz Burti, ressaltando que o resultado da quinzena não pode ser projetado para o mês como um todo, uma vez que eventuais mudanças na temperatura podem alavancar o segmento de vestuário (AI/ACSP).

Economistas: Alemanha deve vencer a Copa do Mundo

Uma análise dos economistas do gabinete chefe de investimentos do UBS Global Wealth Management apontou que a Alemanha é a grande favorita para conquistar a Copa do Mundo de 2018, na Rússia. De acordo com os profissionais, a seleção alemã possui 24% de chances de conquistar o pentacampeonato mundial. Na sequência, vem o Brasil, com 19,8% de possibilidade, e a Espanha, na terceira colocação, com 16,1%.
Os economistas mediram as chances de títulos de cada seleção através de ferramentas econométricas, que normalmente são usadas para avaliar oportunidades de investimentos. A Inglaterra foi a quarta nação que alcançou a maior porcentagem, com 8,5%, seguida por França (7,3%), Bélgica (5,3%) e Argentina (4,9%). Sobre os gastos da Rússia com a Copa, os economistas explicaram que a quantia investida para organizar o evento, que foi "igual a 0,7%" do PIB, "não deverá dar um impulso significativo à economia do país" (ANSA).

 
 
 

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