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IBGE reduz para 228,1 milhões de toneladas previsão de safra de grãos

IBGE temporario

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) reduziu para 228,1 milhões de toneladas a previsão da safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas deste ano

A estimativa do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola, feita em maio, é 0,8% inferior (ou 1,9 milhão de toneladas) na comparação com a de abril. Caso os números se confirmem, a safra será 5,2% menor que a de 2017, que ficou em 240,6 milhões de toneladas.
A queda em relação a 2017 deverá ser provocada principalmente pelos recuos nas safras de milho (-15,1%) e de arroz (-7%). No entanto, o principal produto, que é a soja, deverá ter um aumento de 0,7% na comparação com o ano passado, atingindo um recorde histórico de 115,8 milhões de toneladas. Outras lavouras importantes de grãos terão aumento na produção, como o trigo (0,2%), feijão (2,6%), algodão (21,6%) e sorgo (11,6%).
O Levantamento Sistemático da Produção Agrícola também analisa o comportamento de outras lavouras. A cana-de-açúcar, principal produto agrícola brasileiro em volume de produção, deverá fechar o ano com 703,1 milhões de toneladas, 2,2% a mais do que no ano passado.
O café, com 3,4 milhões de toneladas, deve ter aumento de 23,3% em relação ao ano passado. A mandioca também deverá ter alta (0,5%), assim como o tomate (0,6%) e o cacau (8,3%). Deverão ter quedas a laranja (-9,4%), uva (-17,5%), batata-inglesa (-11,1%), banana (-3%) e o fumo em folha (-5,8%).

Moda, Alimentação e Transporte estão otimistas com a Copa

Moda temporario

As microempresas que atuam nos segmentos de Moda, Alimentação e Transporte são as mais otimistas em relação aos efeitos da Copa do Mundo em seus negócios. Na liderança do ranking, 57% do grupo de microempresários ligados à costura e confecção de roupas e acessórios acreditam no aumento das vendas ou prestação de serviços. Também compartilham dessa expectativa positiva 55% dos donos de bares, lanchonetes, cafés, restaurantes e minimercados, e 47% dos taxistas, motoristas particulares e donos de frota.
Este é o resultado obtido pela sondagem feita pelo Serasa Empreendedor, braço da Serasa Experian voltado ao microempreendedor, com 2.112 participantes dos mais variados segmentos. O levantamento também mostrou que as microempresas da área da Saúde, como médicos, dentistas, psicólogos e veterinários, são as que menos esperam melhoria para seus negócios no período do evento esportivo.
No geral, o levantamento aponta que 47% dos microempreendedores consultados consideram um impacto positivo do campeonato nas vendas/prestação de serviços. Já 19% projetam queda na atividade e 34% não enxergam alterações em seus negócios. Segundo o gerente do Serasa Empreendedor, Eduardo Crivelari, é fundamental que os empreendedores aproveitem grandes datas e eventos desse porte para ampliar a relevância no mercado e fomentar o crescimento dos seus negócios (Serasa Experian).

Informações financeiras da Petrobras são públicas

O presidente da Petrobras, Ivan Monteiro, disse ontem (12) que as informações financeiras da empresa são públicas e estão disponíveis na internet. A declaração foi dada após Monteiro ter sido questionado sobre os apelos de senadores para que a estatal abra suas planilhas e esclareça sua atual política de preços.
“Uma companhia de capital aberto, com ações negociadas aqui na B3 e na Bolsa de Nova Iorque não poderia ser diferente”, afirmou Monteiro, em visita ao presidente do Senado, Eunício Oliveira. O presidente da estatal não quis comentar a intenção de um grupo de senadores de instalar uma CPI para investigar a política preços da Petrobras.
O presidente da Petrobras voltou a dizer que apoiará a consulta pública da ANP sobre a periodicidade dos reajustes dos preços de combustíveis no Brasil. A partir dos resultados da consulta, ele acredita que a companhia vai avaliar se será necessária uma mudança na frequência dos reajustes realizados.
O gerente-geral de marketing da Diretoria de Refino de Gás Natural da Petrobras, Flávio Tojal, participou de uma audiência pública na Comissão de Direitos Humanos do Senado que debateu o preço dos combustíveis.
Tojal disse que os preços praticados pela Petrobras e suas eventuais variações “possuem uma capacidade limitada de influenciar o preço final ao consumidor”.Para ele, o debate sobre o preço dos combustíveis com o governo federal precisa ter a participação de distribuidoras e revendedoras (ABr).

Caixa eleva financiamento de imóveis para servidores

Os servidores públicos poderão financiar um valor maior ao comprarem imóveis usados por meio da Caixa Econômica Federal. O banco elevou, de 70% para 80%, o limite de financiamento, igualando o teto com o usado na compra de unidades novas.
Os demais clientes continuarão a financiar até 70% do valor de imóveis usados e 80% no caso de imóveis novos. Em nota, o banco informou que o aumento do limite para os servidores públicos tem como objetivo beneficiar o segmento com a mais baixa inadimplência e estimular o relacionamento de longo prazo com a instituição financeira.
Tradicionalmente, os servidores públicos, por terem estabilidade no emprego, pagam juros menores e têm condições mais favoráveis de crédito por terem menor risco de inadimplência. Atualmente, a Caixa tem R$ 43,2 bilhões emprestados para servidores públicos em todo o país (ABr).

Rotativo do cartão é mais usado por desempregados

O rotativo do cartão de crédito é mais utilizado por consumidores que recentemente perderam um emprego formal e por beneficiários de programas sociais. É o que conclui o Banco Central em uma pesquisa divulgada ontem (12), em Brasília, no Relatório de Economia Bancária.
O rotativo é o crédito tomado pelo consumidor quando paga menos que o valor integral da fatura do cartão. O crédito rotativo dura 30 dias. Após esse prazo, as instituições financeiras transferem a dívida para o crédito parcelado.
“Nas modalidades do cartão de crédito rotativo, observa-se menor participação de indivíduos com alta escolaridade, assim como maior participação de indivíduos recentemente desligados do mercado de trabalho formal e de beneficiários de programas sociais”, diz o relatório. Além disso, acrescenta o BC, a participação de consumidores com menos tempo de emprego e menor renda também é maior no cartão de crédito rotativo do que na modalidade à vista ou parcelado com lojista.
Segundo a pesquisa, entre os analfabetos o saldo devedor do cartão de crédito é dividido em 38% na modalidade à vista ou parcelado com o lojista (sem incidência de juros), 32% no rotativo regular, 6% no não regular e 27% parcelado (com juros). No caso do consumidor com ensino superior completo, a maior parte do saldo devedor é da modalidade à vista ou parcelado com o lojista (61%), seguido de rotativo regular (25%), parcelado (23%) e rotativo não regular (3%). Os percentuais somam mais de 100% porque um consumidor pode ter saldo em várias modalidades ao mesmo tempo.
Entre os pesquisados que usam apenas a modalidade à vista ou parcelada com o lojista, 71,4% têm emprego formal, 2,1% recebem seguro-desemprego, 12,9% não recebem seguro-desemprego ou Bolsa Família e 19,9% são beneficiários do programa Bolsa Família. Já na modalidade rotativo regular, 63,5% dos indivíduos têm emprego formal, 2,6% recebem seguro desemprego, 13,5% são desempregados sem nenhum auxílio e 28,5% recebem Bolsa Família.

 

 

 
 
 
 
 

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