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Iberdrola investe 1 bilhão de euros em complexo eólico no Brasil

Complexo eólico será o maior da América Latina.A empresa Neoenergia, filial da companhia elétrica espanhola Iberdrola, construirá no Brasil um complexo eólico no valor de 1 bilhão de euros, que contará com uma potência de 565 megawatts (MW), 471 novos e 94,5 que já estão operacionais, e será o maior da América Latina

Segundo informou ontem (27) a Iberdrola em Madri, o complexo, formado por 18 parques, estará situado próximo da cidade de Santa Luzia, no estado da Paraíba, uma das áreas com maior potencial eólico das Américas.
Fontes do mercado indicaram que o projeto representará um investimento de perto de 1 bilhão de euros, cerca de US$ 1,165 bilhão no câmbio atual. Os aerogeradores - 136 turbinas de 3,4 MW de potência - serão fornecidos pela companhia hispano-alemã Siemens Gamesa, e será o maior contrato da história desta empresa no Brasil. São aerogeradores do modelo SG132, um dos mais novos e eficientes do mercado, com pás de 65 metros de comprimento, com compromisso de fornecer energia para 2023.
“Estamos muito orgulhosos que a Iberdrola confie em nós para este projeto tão importante. Trata-se de um marco na história da energia eólica brasileira, já que representa um dos maiores acordos de fornecimento de aerogeradores no país”, destacou em uma nota o executivo-chefe da Siemens Gamesa para as Américas, José Antonio Miranda. O projeto contribuirá para fomentar a geração de emprego em nível local, com mais de 1.200 contratações previstas durante a fase de construção.
Além disso, as turbinas serão fabricadas na unidade que a Siemens Gamesa tem em Camaçari, na Bahia. Com esse projeto, a Neoenergia, na qual também foi integrada a companhia Elektro, dispõe de cerca de 1.000 MW entre parques em operação e em construção no Brasil e de aproximadamente 13,6 milhões de pontos de fornecimento. A Siemens Gamesa, por sua vez, está presente no Brasil há oito anos e tem se consolidado como a segunda maior fabricante do país, com uma quota de mercado de 24% e a instalação de mais de 1.500 turbinas com uma potência total de 3 gigawatts (Ag.EFE).

PGR dá parecer a favor do fim da contribuição sindical obrigatória

Para a PGR, é constitucional a alteração promovida pela reforma trabalhista, aprovada no ano passado.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) enviou ontem (26) ao Supremo Tribunal Federal (STF) parecer a favor do fim da contribuição sindical obrigatória. Para a PGR, é constitucional a alteração promovida pela reforma trabalhista, aprovada no ano passado e que tornou opcional o desconto de um dia de trabalho por ano em favor do sindicato da categoria. O parecer foi motivado pelo julgamento da validade de parte das alterações na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), previsto para ocorrer hoje (28).
“A supressão da compulsoriedade extinguiu a natureza tributária até então conferida pelo STF à contribuição sindical, ensejando a instituição de uma nova espécie de contribuição que, embora com idêntico título, passou a constituir mera doação patrimonial, que não obriga sequer os associados à entidade sindical. A ausência de manifestação de vontade, quanto ao recolhimento, configura recusa tácita, em nada alterando a situação jurídica do contribuinte”, argumentou a procuradoria.
A volta da obrigatoriedade da contribuição foi pedida ao STF por dezenas de confederações e federações sindicais, que alegam que o fim do tributo viola a Constituição, pois inviabiliza suas atividades por extinguir repentinamente a fonte de 80% de suas receitas (ABr).

Custo de vida na região metropolitana de São Paulo teve alta

O custo de vida na região metropolitana de São Paulo teve uma ligeira alta de 0,19% no mês de maio, patamar muito próximo ao registrado em abril, de 0,17%. No acumulado dos cinco primeiros meses do ano, verificou-se uma elevação de 0,68%. Entre junho de 2017 e maio de 2018, o avanço foi de 3,26%.
No mesmo período do ano passado, o custo de vida sinalizava elevação de 0,34%, acumulando 3,71% nos últimos 12 meses e 1,23% nos cinco meses iniciais do ano. Os dados são da pesquisa realizada mensalmente pela FecomercioSP.
Entre as nove categorias que compõem o indicador, duas registraram variação negativa em maio: artigos do lar (-1,47%) e transportes (-0,19%), enquanto duas ficaram praticamente estáveis: educação (0,01%) e comunicação (0,00%). Por outro lado, os preços do grupo alimentação e bebidas subiram 0,72% e exerceram a maior pressão de alta no custo de vida.
De acordo com a assessoria econômica da FecomercioSP, além dos aspectos sazonais que tendem a impactar os preços nessa época, como a entressafra, a variação foi influenciada pela paralisação dos caminhoneiros, ocorrida entre o fim de maio e o começo de junho, uma vez que prejudicou o abastecimento de muitos pontos comerciais (AI/FecomercioSP).

CONFIANÇA DO COMÉRCIO RECUOU 3 PONTOS EM JUNHO

O Índice de Confiança do Comércio, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), caiu 3 pontos de maio para junho e atingiu 89,6 pontos, em uma escala de 0 a 200 pontos. Com o resultado, o indicador retornou para o nível registrado em setembro de 2017.
A queda da confiança atingiu empresários de oito dos 13 segmentos do comércio pesquisados. O Índice de Situação Atual, que mede a opinião dos empresários em relação ao momento presente, caiu 2,2 pontos e atingiu 87,2 pontos – menor nível desde dezembro de 2017 (85,6 pontos).
O Índice de Expectativas, que mede a confiança em relação aos próximos meses, caiu ainda mais: 3,8 pontos. Com isso, esse subíndice chegou a 92,4 pontos, o menor valor desde agosto de 2017 (89,6 pontos). De acordo com o pesquisador da FGV Rodolpho Tobler, a queda da confiança mostra que a recuperação que o setor vinha apresentando até o início de 2018, começou a perder fôlego no segundo trimestre. “[Isso ocorre] devido ao ritmo lento da economia, o tímido avanço do mercado de trabalho e a greve dos caminhoneiros de maio”, disse (ABr).

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