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Produção de gás natural aumentou 6,8% em um ano

A Produção de gás natural nos campos do país atingiu em maio 112 milhões de metros cúbicos por dia em maio, um aumento de 2,9% em relação ao mês de abril

Producao temproario

Lula, o maior campo produtor de petróleo e gás natural do país produziu, em média, 872 mil diários de petróleo e 37,4 milhões de metros cúbicos de gás natural. Foto: Douglas Enry/Ag.Petrobras

Quando comparado a maio do ano passado este aumento chega a 6,8%. Os dados fazem parte do Boletim Mensal da Produção de Petróleo e Gás Natural e foram divulgados pela ANP. Eles indicam que o resultado foi bem mais modesto: aumento de 0,4% sobre o mês de abril, mas queda de 1,7% quando comparado com maio do ano passado. A produção diária de petróleo em maio foi 2,607 milhões de barris de petróleo. A produção total de petróleo e gás natural nos campos nacionais atingiu em maio 3,311 milhões de barris de óleo equivalente por dia.
No que diz respeito aos campos do pré-sal, a produção em maio totalizou 1,840 milhão de barris/dia de óleo equivalente (petróleo e gás natural), um aumento de 3,1% em relação ao mês anterior. Foram produzidos 1,463 milhão de barris de petróleo por dia e 60 milhões de metros cúbicos diários de gás natural por meio de 84 poços. A produção no pré-sal correspondeu a 55,6% do total produzido no Brasil. No polígono do pré-sal, segundo a ANP, o destaque foi o campo de Lula, na Bacia de Santos. Maior campo produtor de petróleo e gás natural do país, Lula produziu, em média, 872 mil diários de petróleo e 37,4 milhões de metros cúbicos de gás natural.
Os dados da ANP indicam que os campos marítimos responderam por 95,7% de toda a produção de petróleo do país e por 83,1% do gás natural, em 7.505 poços. Os campos operados pela Petrobras produziram 94,1% do petróleo e gás natural. A Unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência (FPSO) Cidade de Maricá, no campo de Lula, foi a instalação com maior produção de petróleo, tendo extraído em maio 149,2 mil barris de petróleo equivalente por dia, por meio de 7 poços interligados.
Já a instalação Polo Arara, localizado no Amazonas, foi a maior produção de gás natural. Produzindo a partir dos campos de Arara Azul, Araracanga, Carapanaúba, Cupiúba, Rio Urucu e Sudoeste Urucu, por meio de 36 interligados, a unidade produziu 8,3 milhões de metros cúbicos por dia. O aproveitamento do gás natural no mês de maio alcançou 96,3% do volume total produzido, disponibilizado ao mercado 58,5 milhões de metros cúbicos por dia. A queima de gás totalizou 4,1 milhões de metros cúbicos por dia, um aumento de 20,5% se comparada ao mês anterior e de 11,3% em relação ao mesmo mês do ano passado (ABr).

Faturamento do varejo paulista teve alta em abril

As vendas do comércio varejista no Estado de São Paulo atingiram R$ 52,9 bilhões em abril, alta real de 7,3% em relação ao mesmo período do ano passado. É a maior cifra registrada para um mês de abril desde 2008 e R$ 3,5 bilhões acima do apurado em abril de 2017. Com esse resultado, o faturamento real do setor acumulou altas de 6,8% no ano e de 5,5% nos últimos 12 meses. Os dados são da pesquisa realizada pela FecomercioSP, com base em informações da Sefaz-SP.
Como vem ocorrendo desde julho de 2017, as vendas do varejo cresceram em todas as 16 regiões do Estado, evidenciando o bom momento do comércio neste início de ano. Em abril, os destaques ficaram por conta das regiões de Campinas e Guarulhos, cujo faturamento real avançou 12,9% e 12,5%, respectivamente.
Entre as nove atividades pesquisadas, apenas os supermercados apresentaram queda nas vendas em relação a abril de 2017 (-4,2%), resultando em uma pressão negativa de 1,6 ponto porcentual (p.p.) no resultado geral. Por outro lado, os setores de outras atividades (15,7%) e concessionárias de veículos (20,8%) foram determinantes para o desempenho geral, contribuindo com 5,3 pontos porcentuais (AI/Fecomercio-SP).

Inflação da construção civil ficou em 0,58% em junho

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) registrou inflação de 0,58% em junho, 0,03 ponto percentual acima do 0,55% registrado em maio, segundo dados divulgados na sexta-feira (6) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esta foi a segunda alta consecutiva do índice, que em junho atingiu o maior patamar no ano.
O Sinapi acumula taxa de inflação de 4,07% em 12 meses, acima dos 3,87% registrados pelo mesmo indicador em maio. Segundo o IBGE, o metro quadrado da construção passou a custar R$ 1.089,46. A mão de obra ficou 0,61% mais cara no mês passado e passou a custar R$ 530,71 por metro quadrado. Os materiais de construção tiveram alta de preços de 0,56% no mês. O metro quadrado dos materiais passou a custar R$ 558,75 (ABr).

 

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