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Brasil pode fechar acordo com EUA sobre Centro de Alcântara

O Brasil espera fechar um acordo com os Estados Unidos para a utilização comercial do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão, até o início de 2019.

Brasil temproario

Centro de Lançamento de Alcântara. Foto: Ag.Espacial Brasileira

"É um pais [EUA] que domina plenamente a área de espaço e queremos começar com boas parcerias. Nossa expectativa é que [o acordo] ele esteja pronto no início do ano que vem", afirmou na sexta-feira (14) o major-brigadeiro Luiz Fernando de Aguiar, presidente da Comissão de Coordenação de Implantação de Sistemas Espaciais.

Após o fracasso da primeira tentativa em 2000 - que teve pontos questionados e não foi aprovado - o Ministério da Defesa brasileiro iniciou uma nova negociação no fim do ano passado. O compromisso previa área exclusiva para os americanos dentro do centro de lançamento e a possibilidade de transitarem com material pela área sem passar por inspeção do Exército brasileiro. Esses pontos foram eliminados do novo projeto, segundo o militar.

"Esse acerto de 2000 era muito desigual para o Brasil, com propostas impossíveis de serem atendidas. Fizemos um apanhado das críticas das comissões dentro do Congresso e ele foi modificado para se tornar mais palatável e ser aprovado pelos parlamentares. Os EUA flexibiizaram e [o documento] avançou significamente", disse. A exigência dos EUA em relação ao novo compromisso é que não haja transferência de tecnologia.

Pelo que ficou preliminarmente acertado, os países estabelecem compromisso mútuo de proteger as tecnologias e patentes contra uso ou copia não autorizadas. A preocupação deles é que a tecnologia aqui embarcada não vaze. Essa condição é o acordo de Salvaguarda", afirmou Aguiar. Segundo o militar, assim que a nova proposta seja aprovada pelos Estados Unidos, será submetida pela Casa Civil ao Congresso Nacional por meio de um projeto de Lei.

Aguiar acredita que isso acontecerá independente do resultado das eleições de outubro e afirma que está dialogando com candidatos sobre a questão. "Não existe presidente que venha a governar esse pais que não coloque na pauta de prioridades o espaço. Precisamos de comunicação para toda a nossa vida. É uma pauta positiva para qualquer presidente", finalizou (ABr).

Volume de serviços recua 2,2% de junho para julho

Volume temproario

A taxa também recuou na comparação com julho de 2017 (0,3%). Foto: Divulgação

O volume do setor de serviços caiu 2,2% em julho na comparação com o mês anterior. A queda veio depois do avanço de 4,8% de junho. O dado é da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada pelo IBGE. A taxa também recuou na comparação com julho de 2017 (0,3%), no acumulado do ano (0,8%) e no acumulado de 12 meses (1%).

Apesar da queda, no acumulado de 12 meses, os serviços apresentam uma trajetória de recuos cada vez mais moderados, que começou depois de abril de 2017, quando o setor caiu 5,1%. A receita nominal caiu 0,5% na passagem de junho para julho, mas cresceu 3,7% na comparação com julho de 2017, 1,7% no acumulado do ano e 2,6% no acumulado de 12 meses.

Dos cinco segmentos de serviços pesquisados, apenas os serviços prestados às famílias tiveram crescimento no volume na passagem de junho para julho (3,1%). Entre os quatro segmentos em queda, destaca-se o de transportes e correio, que recuou 4%. Os demais segmentos tiveram as seguintes quedas: serviços de informação e comunicação (2,2%), serviços profissionais, administrativos e complementares (1,1%) e outros serviços (3,2%).

Inflação pelo IGP-10 sobe para 1,2% em setembro

Agência Brasil

O Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) registrou uma inflação de 1,2% em setembro, percentual bem superior ao 0,51% de agosto e ao 0,39% de setembro de 2017. Com isso, de acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV), o índice acumula taxas de inflação de 7,89% no ano e de 9,66% em 12 meses. O avanço foi provocado pelos preços no atacado, medidos pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo, que subiram 1,76% em setembro.

Em agosto, a inflação havia sido de 0,64%. A inflação do Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, caiu de 0,14% em agosto para 0,08% em setembro. Já o Índice Nacional de Custo da Construção passou de 0,46% para 0,16% no período. O IGP-10 foi apurado em pesquisa feita entre 11 de agosto e 10 de setembro.

Bandeira tarifária deve ficar vermelha até o fim do ano

Agência Brasil

O diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Luiz Eduardo Barata, avaliou que a bandeira tarifária poderá continuar vermelha até o final do ano, apesar de reconhecer que a definição não é atribuição do órgão. Isso deve ocorrer, segundo ele, porque, mesmo com o início do período chuvoso, as térmicas deverão continuar ligadas devido à escassez hídrica.

Barata participou do seminário 'O Futuro do Setor Elétrico Brasileiro: Desafios e Oportunidades', promovido no Rio de Janeiro, pela Associação Brasileira de Companhia de Energia Elétrica (ABCE). A bandeira tarifária está vermelha desde junho. De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o sistema de bandeiras foi criado para sinalizar aos consumidores os custos reais da geração de energia elétrica.

As cores verde, amarela ou vermelha indicam se a energia custa mais ou menos por causa das condições de geração. A Aneel acredita que, com as bandeiras, a conta de luz ficou mais transparente.

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