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Inadimplência cai 3,4% no acumulado em 12 meses

A inadimplência do consumidor caiu 3,4% no acumulado em 12 meses (setembro de 2017 até agosto de 2018 frente aos 12 meses antecedentes), de acordo com dados nacionais da Boa Vista SCPC.

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Agosto apresentou variação negativa de -2,7% frente a julho. Foto: Reprodução/Internet

Na avaliação mensal com ajuste sazonal, agosto apresentou variação negativa de -2,7% frente a julho. Quando comparado o resultado contra o mesmo mês de 2017, o indicador subiu 4,8%.

As adversidades ocorridas na economia ao longo dos últimos anos geraram grande cautela nas famílias, inibindo o consumo e a tomada de crédito, contribuindo para a diminuição do fluxo de inadimplência. Dado o ritmo lento da recuperação da atividade econômica e do mercado de trabalho, a tendência de queda nos registros persiste.

É esperado que, com a diminuição da desocupação e de juros menores, ocorra uma evolução mais consistente na demanda por crédito, que deverá colaborar para a manutenção de um ritmo estável do estoque de inadimplência (Boa Vista SCPC).

Impostômetro da ACSP registra R$ 1,7 trilhão

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 Foto: Divulgação

O Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) atingiu a marca de R$ 1,7 trilhão na noite de ontem (24), às 23h30. O valor representa o total de impostos, taxas e contribuições e multas que a população brasileira já pagou aos governos municipal, estadual e federal desde o início do ano. No ano passado, o valor de R$ 1,7 trilhão foi atingido em 18/10, ou seja, 24 dias depois.

“A arrecadação está subindo mais rapidamente em função dos royalties do petróleo e do aumento de preço dos combustíveis e da energia elétrica, que têm cargas mais elevadas. O Brasil já tem uma das maiores incidências tributárias do planeta, por isso o próximo presidente não pode escolher o caminho do aumento ou da criação de impostos”, comenta Marcel Solimeo, economista da ACSP.

Ele ressalta que, mesmo com tanto dinheiro arrecadado, ainda faltam mais de R$ 100 bilhões para fechar o orçamento de 2018. Para Solimeo, “o teto dos gastos precisa ser mantido de forma que as contas públicas sigam sob controle e não desestabilizem a economia”. E reforça que o consumidor ? que é quem mais contribui com os impostos ? precisa pensar como eleitor no dia 7 de outubro e avaliar os candidatos, evitando os que tenham planos de gastos mirabolantes, que podem inclusive gerar novas elevações tributárias ou aumento de juros para financiar o déficit (AI/ACSP).

Confiança do Consumidor recua em setembro

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) da FGV recuou 1,7 ponto em setembro, ao passar de 83,8 pontos para 82,1 pontos. Com o resultado, o índice retorna ao nível de junho, quando a confiança havia sido abalada pela greve dos caminhoneiros do mês anterior.

"O resultado está relacionado à situação financeira das famílias e à lenta recuperação do mercado de trabalho. O cenário político-eleitoral não parece ser o principal fator para a queda do indicador em setembro. Na análise por faixas de renda, nota-se uma queda forte da confiança de consumidores de menor poder aquisitivo e uma alta moderada da confiança dos consumidores de maior poder aquisitivo", afirma Viviane Seda Bittencourt, Coordenadora da Sondagem do Consumidor (Ibre/FGV).

Caíram os gastos com viagens ao exterior

Agência Brasil

Com o dólar mais caro, os gastos de brasileiros em viagens ao exterior estão em desaceleração. Em agosto, essas despesas chegaram a US$ 1,382 bilhão, com redução de 20,8% em relação a agosto de 2017 (US$ 1,745 bilhão), informou o Banco Central (BC). No resultado acumulado de janeiro a agosto, os gastos somaram US$ 12,686 bilhões, com crescimento de 2,07% em relação aos oito meses do ano passado.

Com o dólar mais caro, os gastos de brasileiros em viagens ao exterior estão em desaceleração. Em agosto, essas despesas chegaram a US$ 1,382 bilhão, com redução de 20,8% em relação a agosto de 2017 (US$ 1,745 bilhão), relatou ontem (24), em Brasília, o Banco Central (BC). No resultado acumulado de janeiro a agosto, os gastos somaram US$ 12,686 bilhões, com crescimento de 2,07% em relação aos oito meses do ano passado.

 
 

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