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China e Japão assinam acordos para fortalecer a cooperação bilateral

China e Japão assinaram na sexta-feira (26), em Pequim, dez acordos para fortalecer a cooperação bilateral em diferentes áreas como finanças e comércio, e reafirmaram o compromisso para trabalhar em conjunto com o objetivo de conseguir a estabilidade da região.

China temproario

O primeiro ministro japonês, Shinzo Abe (esq.), e o primeiro ministro chinês, Li Keqiang. Foto: How Hwee Young/EFE

O primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, e o premier japonês, Shinzo Abe, se reuniram no Grande Palácio do Povo, onde participaram de uma cerimônia de boas-vindas e assinaram estes acordos de cooperação ao lado de outros membros dos seus respectivos governos.

No segundo dia da visita oficial de Abe, a primeira feita por um chefe de governo japonês à China nos últimos sete anos, destacou o acordo alcançado entre o Banco Popular da China e o Banco do Japão para fortalecer sua cooperação e melhorar a estabilidade financeira dos dois países. Especificamente, eles concordaram em trocar moedas locais entre as duas entidades de até de 200 bilhões de iuanes (cerca de US$ 28,7 bilhões), segundo detalhou o Banco do Japão.

A desnuclearização da Coreia do Norte também marcou a agenda do encontro, onde Li manifestou a vontade da China em manter as relações a longo prazo com Japão com o objetivo de conseguir a estabilidade regional. Com relação a situação na península coreana, o primeiro-ministro japonês afirmou que existe vontade, por parte, de seu governo em "normalizar" as relações diplomáticas com o regime de Pyongyang.

Saída de Caffarelli da presidência do BB

Saida temproario

Paulo Caffarelli deixa a presidência do BB. Foto: Arquivo/ABr

Agência Brasil

O Banco do Brasil (BB) divulgou na sexta-feira (26) um comunicado ao mercado, no qual informa que seu atual presidente, Paulo Caffarelli, será substituído, a partir de 1º de novembro, por Marcelo Labuto. De acordo com a nota, a mudança decorre do pedido de renúncia manifestado por Caffarelli, que assumirá a Cielo.

No mesmo comunicado, o BB informa que a indicação de Labuto - que é servidor de carreira do banco desde 1992 - foi a pedido do presidente Michel Temer. Com 47 anos, Labuto é graduado em administração e com MBA em marketing. Desde 2016, o futuro presidente do BB atua como vice-presidente de Negócios de Varejo.
Antes presidiu a BB Seguridade Participações. Foi também diretor de Seguros, Previdência Aberta e Capitalização; diretor de Empréstimos e Financiamentos; e gerente-geral da Unidade Governança de Entidades Ligadas e da Unidade Parcerias Estratégicas. Em abril de 2017, Labuto foi nomeado presidente do Conselho de Administração da BB Seguridade Participações; membro dos Conselhos de Administração do Banco Votorantim e da Cielo.

Preços de produtos industrializados na saída das fábricas

Agência Brasil

O Índice de Preços ao Produtor (IPP), que mede a variação de preços de produtos industrializados na porta de saída das fábricas, registrou inflação de 2,93% em setembro. A taxa ficou acima do 0,86% de agosto deste ano e do 1,48% de setembro de 2017. Segundo dados divulgados na sexta-feira (26) pelo IBGE, o IPP acumula 14,02% no ano e 18,2% em 12 meses.

De agosto para setembro deste ano, entre as quatro grandes categorias econômicas, a maior inflação foi observada nos bens intermediários, isto é, os insumos industrializados usados no setor produtivo, cujos preços subiram 3,84%.

As demais categorias tiveram as seguintes taxas de inflação: bens de capital, isto é, as máquinas e equipamentos (1,82%), bens de consumo semi e não duráveis (1,78%) e bens de consumo duráveis (0,82%). Ainda na comparação com agosto, os preços subiram em 22 das 24 atividades pesquisadas pelo IBGE, com destaque para indústrias extrativas (12,82%), refino de petróleo e produtos de álcool (7,44%) e outros produtos químicos (4,52%).

Indústria da soja: estoque suficiente para o fim do ano

A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) divulgou que os estoques de passagem brasileiros de soja entre dezembro de 2018 e janeiro de 2019 devem ser de 1,4 milhão de toneladas, o que considera suficiente para atender o cenário atual, em que o Brasil vem sendo requisitado pelo mercado chinês.

A expectativa é que a pressão já existente sobre os produtores brasileiros, em virtude do embate comercial entre China e Estados Unidos, seja ainda maior até o fim do ano. Com a disputa entre os dois mercados gigantes, o espaço cresceu para a soja brasileira, já que, com o bloqueio da soja americana, nossa produção é a única capaz de satisfazer a demanda chinesa.

“Apesar de ser um número historicamente baixo, o balanço de oferta e demanda mostra que o Brasil conseguirá suprir a toda a demanda com a produção doméstica e baixo nível de importações” avalia Daniel Furlan Amaral, gerente de economia da Abiove. “Agora, é fazer o planejamento para ano que vem e continuar atendendo o mercado”, diz (Agência EFE).

Exportações de café atingem 24 milhões de sacas

Os Cafés do Brasil geraram US$ 3,536 bilhões de receita cambial com 23,644 milhões de sacas de 60kg exportadas no período de janeiro a setembro, volume que representa um crescimento de 7,3%, se comparado com o mesmo período do ano passado, o qual atingiu 22,031 milhões de sacas.

Do total exportado nesse mesmo período deste ano, 22,833 milhões de sacas (96,6%) destinaram-se a países importadores que não produzem café. Além disso, do volume total exportado, destacam-se que 811,482 mil sacas (3,4%), incluindo café verde e industrializado, foram destinadas a países produtores.

Embora pouco expressivo em relação ao total de café exportado pelo Brasil, o volume de exportação para países produtores teve aumento de 57% em relação ao mesmo período de 2017, que foi de 517,264 mil sacas (Embrapa Café)

 

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