Contato: (11) 3043-4171

Consulta pública sobre operações com moedas virtuais

A Receita Federal abriu ontem (31) consulta pública para a criação de uma norma sobre prestação de informações, pelas empresas que realizam operações de compra e venda de moedas virtuais (criptomoedas ou criptoativos).

Consulta temproario

Observa-se, no Brasil, um aumento significativo do mercado de criptoativos nos últimos anos. Foto: Michael Wensch/Domínio Público

A mais famosa delas é o Bitcoin. A instrução também prevê declaração por parte de pessoas físicas e jurídicas quando utilizarem empresas no exterior ou não utilizarem os ambientes disponibilizados para as transações evolvendo criptomoedas.

De acordo com a Receita, observa-se, no Brasil, um aumento significativo do mercado de criptoativos nos últimos anos, o que demonstra sua relevância no país, “principalmente para a administração tributária, tendo em vista que as operações estão sujeitas à incidência do imposto de renda sobre o ganho de capital porventura auferido”. Apenas em dezembro de 2017, o total movimentado no Brasil, relativo a compras e vendas de Bitcoin, chegou a R$ 4 bilhões. Para 2018, a previsão é que as negociações atinjam um valor entre R$ 18 bilhões e R$ 45 bilhões.

A Receita informou ainda que “tem sido noticiado pela mídia” a utilização de criptomoedas em operações de sonegação, corrupção e lavagem de dinheiro. Obrigar as empresas a prestar informações relativas às operações de compra e venda de criptomoedas, vai permitir a verificação da conformidade tributária, “além de aumentar os insumos na luta pelo combate à lavagem de dinheiro e corrupção, produzindo, também, um aumento da percepção de risco em relação a contribuintes com intenção de evasão fiscal”. A minuta em consulta pública está disponível na página da Receita. As sugestões podem ser encaminhadas até as 18h do próximo dia 19 (ABr).

Brasil registra abertura diária de cinco mil empresas

Brasil temproario

 Foto: Reprodução/Internet

O Brasil possui uma população economicamente ativa estimada em 120 milhões de pessoas. São elas que estão movimentando a economia, contribuindo e gerando renda para o país; parte está empreendendo e investindo no próprio negócio. É o que aponta um recente levantamento realizado pelo Empresômetro, empresa especialista em inteligência de mercado e que detém a base de dados mais atualizada sobre as empresas do Brasil.

De acordo com os dados, cinco mil empresas são abertas diariamente no país, 50% estão no setor de serviços. O comércio é responsável por 35% dessa fatia. Três de cada dez empresas estão no estado de São Paulo. Segundo o Coordenador de estudos da empresa, Gilberto Luiz do Amaral, os números trazem um panorama empresarial do Brasil.

“Essa constatação revela que 65% das empresas do país são familiares, de negócios que se estendem por gerações, no final do século passado eram 80%. Outra revelação importante é que 20% da população já têm ou estão abrindo uma nova empresa”. Esses dados correspondem às mais de 24 milhões de empresas ativas, que fazem parte do rol de empreendedor individual, pequena e média empresa até as grandes S/A.

Se por um lado o terreno de abertura de empresas é fértil, por outro a realidade do mundo dos negócios não é tão bonita: cerca de duas mil encerram suas atividades diariamente. De acordo com Amaral, o fechamento de empresas se dá por diversos fatores, entre eles, a falta de planejamento e de capital. Entre os estabelecimentos que mais fecham as portas estão as lojas de shoppings centers.

Fonte e mais informações: (www.empresometro.com.br).

Cartão de crédito: o principal meio de pagamento na Black Friday

O brasileiro está disposto a gastar mais na Black Friday deste ano e a principal forma de pagamento será o parcelamento no cartão de crédito. Foi o que revelou a pesquisa encomendada pela PayU, provedora global de serviços de pagamento online, sobre o comportamento do consumidor nesta data.

Ainda de acordo com o estudo, o sucesso da sexta-feira de descontos, impulsionado pela baixa porcentagem de problemas em experiências de anos anteriores – apenas cerca de 13% dos participantes tiveram algum empecilho durante as compras de 2017 -, é o que motiva as pessoas a comprarem mais este ano.

O cartão de crédito, assim como no ano passado, é o meio preferido. Dentre os ouvidos, 64% afirmaram que pretendem pagar suas compras parceladas com ele e 23% o utilizarão à vista. Número este que mudou pouco se comparado com 2017, quando foram 59% das compras foram parcelados e 28% à vista. E a possibilidade de gastar acima de R$800,00 foi a mais apontada pelos participantes da pesquisa (PayU).

CNI volta a se manifestar contra extinção de ministério

Agência Brasil

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) manifestou-se contra a possibilidade de extinção do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. O coordenador de economia da campanha de Bolsonaro, Paulo Guedes, confirmou a fusão das pastas da Fazenda, do Planejamento e da Indústria e Comércio. O presidente da CNI, Robson de Andrade, reiterou o posicionamento da instituição contra a extinção da pasta.

“Tendo em vista a importância do setor industrial para o Brasil, que é responsável por 21% do PIB nacional e pelo recolhimento de 32% dos impostos federais, precisamos de um ministério com um papel específico, que não seja atrelado à Fazenda, mais preocupada em arrecadar impostos e administrar as contas públicas”, disse Andrade, em nota.

Para ele, uma indústria forte é o caminho para levar o Brasil para a rota do desenvolvimento econômico e social. “Nenhuma grande economia do mundo abre mão de ter um ministério responsável pela indústria e pelo comércio exterior forte e atuante”. Andrade enfatizou que tirar um ministério específico para o setor é ir na contramão da tendência de países como Inglaterra e Estados Unidos que, segundo ele, têm reforçado sua política industrial.

Projeto permite abertura de empresa pela internet

Os atos jurídicos para abrir e fechar uma empresa poderão ser feitos pela internet. É o que estabelece projeto de lei aprovado ontem (31) na Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado. Pelo projeto, do senador José Agripino (DEM-RN), o cidadão poderá “praticar os atos de constituição, alteração, transformação, incorporação, fusão, cisão, dissolução e extinção de registro de empresários e de pessoas jurídicas” por meio de sistema específico do governo.

A ideia é simplificar o processo de abertura e fechamento de empresas, reduzindo a burocracia no país. Na visão do autor, a informatização de todo o processo de abertura, alteração e fechamento de empresas, bem como a integração entre os diversos entes federativos, resultará em sensível redução no tempo e no custo para se empreender no Brasil. O projeto ainda estabelece o prazo máximo de 12 meses para a implementação das medidas, depois que a lei entrar em vigor.

Agripino destaca que começar um negócio no Brasil demora 102 dias e são necessários 11 procedimentos. Na América Latina, a média é de 32 dias. O tempo de espera chega a 24 dias de média na África Subsaariana, enquanto na Jamaica são apenas três dias. Já na Nova Zelândia, é preciso apenas um dia e um procedimento. Entre 190 países, o Brasil aparece somente na 176ª posição na lista dos países nos quais é mais fácil abrir e conduzir uma empresa. A matéria ainda será apreciada pela Comissão de Assuntos Econômicos, em decisão terminativa (Ag.Senado).

Mais artigos...

  1. Economia 31/10/2018
  2. Economia 30/10/201/8
  3. Economia 27 a 29/10/2018
  4. Economia 26/10/2018
  5. Economia 25/10/2018
  6. Economia 24/10/2018
  7. Economia 23/10/2018
  8. Economia 20 a 22/10/2018
  9. Economia 19/10/2018
  10. Economia 18/10/2018
  11. Economia 17/10/2018
  12. Economia 16/10/2018
  13. Economia 12 a 15/10/2018
  14. Economia 11/10/2018
  15. Economia 10/10/2018
  16. Economia 09/10/2018
  17. Economia 06 a 08/10/2018
  18. Economia 05/10/2018
  19. Economia 04/10/2018
  20. Economia 02/10/2018
  21. Economia 29/09 a 01/10/2018
  22. Economia 28/09/2018
  23. Economia 27/09/2018
  24. Economia 26/09/2018
  25. Economia 25/09/2018
  26. Economia 22 a 24/09/2018
  27. Economia 21/09/2018
  28. Economia 20/09/2018
  29. Economia 19/09/2018
  30. Economia 18/09/2018
  31. Economia 15 a 17/09/2018
  32. Economia 14/09/2018
  33. Economia 13/09/2018
  34. Economia 12/09/2018
  35. Economia 11/09/2018
  36. Economia 07 a 10/09/2018
  37. Economia 06/09/2018
  38. Economia 05/09/2018
  39. Economia 04/09/2018
  40. Economia 01 a 03/09/2018
  41. Economia 31/08/2018
  42. Economia 30/08/2018
  43. Economia 29/08/2018
  44. Economia 28/08/2018
  45. Economia
  46. Economia 24/08/2018
  47. Economia 23/08/2018
  48. Economia 22/08/2018
  49. Economia 21/08/2018
  50. Economia 18 a 20/08/2018
  51. Economia 16/08/2018
  52. Economia 15/08/2018
  53. Economia 14/08/2018
  54. Economia 11 a 13/08/2018
  55. Economia 10/08/2018
  56. Economia 09/08/2018
  57. Economia 08/08/2018
  58. Mercado financeiro mantém estimativa de inflação em 4,11%
  59. Economia 04 a 06/08/2018
  60. Economia 03/08/2018
  61. Economia 02/08/2018
  62. Economia 01/08/2018
  63. Economia 31/07/2018
  64. Economia 28 a 30/05/2018
  65. Economia 27/07/2018
  66. Economia 26/07/2018
  67. Economia 25/07/2018
  68. Economia 24/07/2018
  69. Economia 21 a 23/07/2018
  70. Economia 20/07/2018
  71. Economia 19/07/2018
  72. Economia 18/07/2018
  73. Economia 17/07/2018
  74. Economia 14 a 16/07/2018
  75. Economia 13/08/2018
  76. Economia 12/07/2018
  77. Economia 11/07/2018
  78. Economia 07 a 10/07/018
  79. Economia 06/07/2018
  80. Economia 05/07/2018
  81. Economia 04/07/2018
  82. Economia 03/07/2018
  83. Economia 30/06 a 02/07/2018
  84. Economia 29/06/2018
  85. Economia 28/06/2018
  86. Economia 27/06/2018
  87. Economia 26/06/2018
  88. Economia 23 a 25/06/2018
  89. Economia 22/06/2018
  90. Economia 21/06/2018
  91. Economia 20/06/2018
  92. Economia 19/06/2018
  93. Economia 16 a 18/06/2018
  94. Economia 15/06/2018
  95. Economia 14/06/2018
  96. Economia 13/06/2018
  97. Economia 12/06/2018
  98. Economia 09 a 11/06/2018
  99. Economia 08/06/2018
  100. Economia 07/06/2018

Rua Vergueiro, 2949, 12º andar – cjto 121/122
04101-300 – Vila Mariana – São Paulo - SP

Contato: (11) 3043-4171