ISSN: 2595-8410 Contato: (11) 3043-4171

Mulheres e meninas são as principais vítimas de tráfico humano

No Dia Mundial contra o Tráfico de Pessoas, celebrado ontem (30), a Organização das Nações Unidas (ONU) apelou para que os países fortaleçam as formas de combater esse crime contra seres humanosMulheres temporario

Muitas pessoas são enganadas por criminosos e traficantes.  Foto: Divulgação

Relatório da ONU revela que quase um terço das vítimas desse tipo de crime são crianças. Atualmente, 71% das pessoas traficadas são meninas e mulheres. O tema lançado foi: “Respondendo ao tráfico de crianças e jovens”.
Relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) calcula que o mundo tenha pelo menos 21 milhões de vítimas de trabalho forçado. O número exato é desconhecido. Em comunicado, a relatora especial da ONU sobre tráfico de pessoas, a italiana Maria Grazia Giammarinaro, disse que muitas pessoas são enganadas por criminosos e traficantes incluindo imigrantes, refugiados e pedidos de asilo, em busca de proteção ou de uma vida melhor.
Para a relatora, o clima político atual contra a imigração trata as pessoas como ameaça, quando elas podem contribuir para a prosperidade dos países onde vivem e trabalham. Maria Grazia ressaltou que os países têm a obrigação de evitar o tráfico, classificado como violação dos direitos humanos. Ela citou o Pacto Global para Migração, que estabelece que os países devem ter medidas individuais e indicadores de identificação dos migrantes propensos a tráfico e exploração, incluindo os mecanismos internacionais de proteção.
O pacto deve ser adotado durante encontro internacional no Marrocos, em dezembro próximo. O comunicado ressalta que, em todo mundo, a sociedade e organizações civis têm desempenhado um papel importante para salvar vidas e proteger as pessoas do tráfico durante operações de busca e resgate. A relatora finaliza o comunicado dizendo que, mesmo em tempo difíceis, a inclusão é a resposta para salvar as pessoas. O Dia Mundial contra o Tráfico de Pessoas é liderado pelo Escritório da ONU sobre Drogas e Crime (Unodc) (ABr/Ag.ONU).

Casamento infantil no Afeganistão caiu 10% em 5 anos

Casamento temporario

Representante da Unicef no país, Adele Khodr. Foto: Unicef

A prática do casamento infantil caiu 10% nos últimos cinco anos no Afeganistão, mas continua sendo um problema que precisa de políticas multilaterais, segundo um relatório publicado no domingo (29) pelo Unicef. “O casamento infantil está caindo levemente no Afeganistão e elogiamos os esforços incansáveis do Governo para reduzir esta prática e seu forte compromisso com os direitos das crianças”, disse a representante da Unicef no país, Adele Khodr, segundo um comunicado da organização.

“Apesar disso, são necessárias mais ações consolidadas por parte de diferentes atores da sociedade para acabar com esta prática e alcançar o objetivo de terminar com o casamento infantil até 2030”, concluiu Khodr. De acordo com o estudo, realizado em colaboração com o Ministério de Trabalho afegão em áreas urbanas e rurais de cinco das 34 província do país, 42% das famílias tem pelo menos um membro que se casou antes dos 18 anos, um dado que varia amplamente de região para região.
O pai é quem toma as decisões sobre os casamentos em 78% dos casos, enquanto cerca de 56% considera que os noivos devem ser consultados sobre o casamento. Existe também um problema de entendimento do impacto negativo do casamento infantil nas meninas, em aspectos como educação, nutrição e sua participação no desenvolvimento econômico.
Por isso, para acabar com esta praga Khodr recomenda como ponto-chave “que as meninas convençam os pais para que as enviem ao colégio”. “Acabar com o casamento infantil romperá o ciclo intergeracional de pobreza e dará às meninas e mulheres oportunidades para comprometer-se e participar totalmente na sua sociedade”, concluiu a representante do Unicef (Agência EFE).

Organização tenta vender relíquias do Titanic nos EUA

Importantes relíquias do famoso transatlântico Titanic correm o risco de ser dispersadas pelo mercado. A empresa Atlanta Premier Exhibitions, que detém os direitos desses objetos nos EUA, declarou falência e pediu à Justiça autorização para vender as peças e saldar suas dívidas. Um grupo de museus britânicos, que inclui o Museu Nacional Marítimo, em Greenwich, e o Museu do Titanic, em Belfast, angariou US$ 20 milhões para adquirir os milhares de artefatos, dentre decorações, molduras das cabines de primeira classe e objetos pessoais colhidos do fundo do oceano.

Nessa empreitada para salvar as lembranças, participam o diretor do filme homônimo James Cameron e o arqueólogo Robert Ballard, explorador que localizou o transatlântico, em 1985. O Titanic afundou no dia 15 de abril de 1912, durante sua viagem inaugural, de Southampton a Nova York. A tentativa de manter todas as mais de 50 mil peças unidas tem o objetivo de conservar os objetos em domínio público e evitar que eles se espalhem entre colecionadores privados.
“A história do Titanic capturou a imaginação e o coração de milhões de pessoas em todo o mundo. Ela teve um papel importante na minha vida como cineasta e como explorador do fundo dos oceanos”, declarou Cameron, que dirigiu Leonardo DiCaprio e Kate Winslet em 1997. Já segundo Ballard, a iniciativa do museu é a única maneira de unir uma coleção que merece “voltar para o lugar de onde iniciou a viagem”, se referindo ao Museu de Belfast, perto do local em que o navio foi construído.
A Premier Exhibitions, que já girou o mundo com a coleção de artefatos, tem ativa outra exposição itinerante, a controversa “Bodies”. A mostra é composta por cadáveres humanos e partes do corpo conservados com a técnica da plastinação, que mantém os tecidos intactos (ANSA).

 

Mais de 100 milhões de passageiros viajaram de avião nos últimos 12 meses

Mais de temporario










O dado confirma a capacidade do setor de ancorar a economia brasileira. Foto: Fernando Lemos/Veja

Marca histórica sugere retomada do setor turístico após período de crise. Desde março de 2016, acumulado do ano não atingia este patamar
Entre julho de 2017 e junho de 2018, o número de passageiros pagantes, embarcados em voos domésticos e internacionais regulares e não-regulares operados por companhias aéreas brasileiras, chegou a 100,87 milhões. Os dados são da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
As companhias aéreas transportaram 91.947.666 passageiros em voos domésticos, e 8.924.824 viajantes nos voos internacionais, no período. De acordo com a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), a última vez em que o acumulado de 12 meses havia superado a marca de 100 milhões de viajantes transportados foi em março de 2016.
Somente em junho de 2018, os 7.163.396 passageiros embarcados representaram uma variação positiva de 3,4% em relação ao mesmo mês do ano passado (6.922.225). No caso de rotas chegando ao ou saindo do Brasil, o número de passageiros foi o melhor dos últimos 16 anos, início da série histórica da Anac: 656.358, um crescimento de 9,9% em relação a igual período de 2017.
De acordo com o ministro do Turismo, Vinicius Lummertz, o dado confirma a capacidade do setor de ancorar a economia brasileira. “O turismo é uma grande força geradora de empregos e renda. Quando um turista viaja, ele está contribuindo com pelo menos 52 setores direta e indiretamente impactados pelo turismo no Brasil”, afirma. Os últimos resultados de receita cambial turística e a alta na entrada de estrangeiros no país reforçam a retomada do crescimento na atividade (Ascom/Turismo).

Proteja seu pet contra a raiva
 Se você tem um cachorro ou gato em casa, com certeza já ouviu falar na importância da prevenção da raiva. A doença é fatal e acomete todos os mamíferos, podendo inclusive afetar os humanos. A vacinação é a principal medida para o controle da doença no meio urbano, devendo ser feita anualmente em todos os animais saudáveis a partir dos três meses de idade. 

A campanha de vacinação gratuita em cães e gatos contra a raiva costuma ser promovida em agosto, mas os tutores que não puderem levar o seu pet durante o mês podem fazer a aplicação posteriormente com seu médico veterinário. Embora seja considerada praticamente erradicada no Brasil, a doença tem uma taxa de mortalidade para os animais perto dos 100%.
Entre os principais transmissores da raiva estão morcegos, macacos e gambás, animais silvestres que quando em contato com cachorros, gatos e humanos podem infectá-los com o vírus da doença, principalmente, através de mordidas, pois a saliva dos animais infectados contém o vírus rábico. O vírus vai da ferida, por meio da corrente sanguínea, até o cérebro, provocando inflamação ou inchaço que causam os principais sintomas da doença, que são: mudanças no comportamento do pet, nervosismo, isolamento, ansiedade, febre, vômitos e diarreia.
Os sintomas da raiva nos animais variam de acordo com a fase da doença, e aparecem após o período de incubação, que pode levar de três a seis semanas. Ao notar qualquer alteração no comportamento do pet, o tutor deve isolar o animal do contato humano e de outros animais e procurar auxílio veterinário. Segundo Andrei Nascimento, médico veterinário e gerente de produtos da unidade Pet da MSD Saúde Animal, mesmo sendo rara no país, a raiva é a doença infecciosa com a taxa de mortalidade mais alta entre os pets e deve ser prevenida por meio da vacinação.
“O número de animais e pessoas infectadas no mundo diminuiu drasticamente devido ao aumento da conscientização sobre a importância da vacinação periódica. Nesse sentido, é fundamental que os tutores tenham atenção ao calendário de vacinação e sigam as orientações de um colega veterinário”, afirma Nascimento.
Fonte e mais informações:
(www.msd-saude-animal.com.br).

Rua Vergueiro, 2949, 12º andar – cjto 121/122
04101-300 – Vila Mariana – São Paulo - SP

Contato: (11) 3043-4171