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OMS: 1 bilhão de pessoas são tratadas contra doenças negligenciadas

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que mais de 1 bilhão de pessoas em todo o mundo foram medicadas em 2017, para se proteger de pelo menos uma das cinco principais doenças tropicais negligenciadas que possuem tratamento preventivo atualmente.

OMS temproario

Milhões se beneficiem de campanhas de tratamento em larga escala cuidadosamente planejadas. Foto: ranplett/iStock

Na lista, estão a filariose linfática, a oncocercose, a helmintíases transmitidas pelo solo, a tracoma e a esquistossomose.

De acordo com a entidade, esse é o terceiro ano consecutivo que o marco é alcançado. “Entregar mais de 1 bilhão de tratamentos todos os anos envolve a gestão de medicamentos anti-helmínticos [drogas utilizadas no tratamento de parasitoses] e antibióticos doados pela indústria farmacêutica”, destacou a OMS.

A distribuição dos tratamentos envolveu, ao todo, 170 carregamentos de 1.889 toneladas a 80 países. Dados da entidade mostram que campanhas desse modelo levaram à eliminação da filariose linfática, também conhecida como elefantíase, no Camboja, nas Ilhas Cook, no Egito, nas Maldivas, nas Ilhas Marshall, no Sri Lanka, na Tailândia, no Togo, em Tonga e em Vanuatu.

O tracoma ou conjuntivite granulomatosa foi eliminado, como problema de saúde pública, no Camboja, em Gana, no Irã, na República Democrática Popular do Laos, no México, no Marrocos, no Nepal e em Omã. Já a oncocercose, também chamada de cegueira dos rios ou mal do garimpeiro, foi eliminada na Colômbia, no Equador, na Guatemala e no México.

“Uma melhor coordenação, fornecimento e entrega têm sustentado o progresso na implementação de programas de eliminação de doenças, contribuindo para a cobertura universal da saúde, permitindo que milhões de pessoas se beneficiem de campanhas de tratamento em larga escala cuidadosamente planejadas”, concluiu a OMS (ABr).

Londres investiga mulher que gasta 16 milhões na Harrods

Londres temproario

Suspeita deverá explicar a origem do dinheiro às autoridades. Foto: ANSA

Uma mulher tem chamado a atenção dos britânicos e da National Crime Agency (NCA) recentemente. Misteriosa, ela gastou mais de 1,5 milhão de libras esterlinas por ano, durante 10 anos, na Harrods, uma das mais caras e famosas lojas de departamento do mundo.
Além disso, ela ainda viaja de avião privado, gasta 150 mil libras esterlinas em joias em um dia, e passeia com 35 cartões de crédito na bolsa.

Até o momento, tudo que se sabe é que ela é mulher de um ex-bancário estrangeiro e que tem mais de 22 milhões de libras esterlinas em propriedades no país, bem como uma casa de 7 milhões de libras em Londres. A agência britânica que se ocupa de crimes econômicos quer saber como essa mulher conseguiu se tornar tão rica. Lavagem de dinheiro? Fundo de investimento privado em paraísos fiscais? As hipóteses levantadas são várias.

Para não ser obrigada a contar o seu segredo, a mulher fez um requerimento à Suprema Corte, mas perdeu a causa. Os juízes ordenaram que explique de onde vem a fortuna, concedendo-lhe anonimato até a conclusão do inquérito. Segundo rumores, o seu cônjuge é russo e ex-presidente de um banco muito importante fora da União Europeia, mas agora está cumprindo pena de 15 anos de cárcere por fraude e apropriação indébita.

Se a mulher, enfim, não for capaz de demonstrar a origem das suas riquezas, ela corre o risco de ter todas as suas propriedades apreendidas (ANSA).

Medo do desemprego diminui, diz CNI

Agência Brasil

O Índice de Medo do Desemprego caiu 2,2 pontos percentuais em setembro, na comparação com junho, e ficou em 65,7 pontos. O indicador, que é 2 pontos inferior ao de setembro de 2017, está muito acima da média histórica, de 49,7 pontos. A informação é da pesquisa trimestral divulgada ontem (4) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O indicador varia de zero a 100 pontos. Quanto maior o índice, maior o medo do desemprego.

A maior queda foi no Sudeste – o índice caiu 5,8 pontos entre junho e setembro e reverteu o aumento de 4,8 pontos registrado entre março e junho. Mesmo assim, o medo do desemprego no Sudeste, que atingiu 64 pontos, é o segundo maior do país. Os moradores do Nordeste são os que têm mais medo do desemprego. Naquela região, o índice alcançou 73,1 pontos em setembro, valor que é 1 ponto menor que o de junho.

No Sul, o medo do desemprego aumentou para 62,7 pontos em setembro e está 0,8 ponto acima do registrado em junho. Com isso, o medo do desemprego na região está acima do verificado no Norte/Centro-Oeste, onde o índice subiu 2,3 pontos entre junho e setembro e alcançou 60,9 pontos. O levantamento também mostra que o Índice de Satisfação com a Vida subiu para 65,9 pontos em setembro e está 1,1 ponto acima do verificado em junho. Mesmo assim, o indicador continua abaixo da média histórica de 69,7 pontos.

O indicador varia de zero a 100 pontos. Quanto menor o indicador, menor é a satisfação com a vida. Esta edição da pesquisa ouviu 2 mil pessoas em 126 municípios entre 22 e 24 de setembro.

Estudo mostra que 259 pessoas já morreram tirando selfie

Estudo temproario

Afogamento e acidente de trânsito são principais causas de morte. Foto: EPA

A busca pelo ângulo ideal em uma selfie matou ao menos 259 pessoas entre os anos de 2011 e 2017, de acordo com um estudo realizado por pesquisadores da Journal of Family Medicine and Primary Care. A pesquisa, republicada pela Biblioteca Nacional de Medicina nos Estados Unidos, aponta que a maioria das mortes ocorreu em cumes de montanhas, prédios altos e em lagos.

Dentre as causas mais comuns de morte, estão o afogamento, acidentes de trânsito e quedas. No entanto, morte por animais, choques elétricos e fogo também aparecem constantemente no relatório. Gavin Zimmerman, de 19 anos, caiu de um penhasco em New South Wales, na Austrália, e morreu em julho enquanto tirava selfies. Tomer Frankfurter também morreu pela mesma causa, em setembro do ano passado, após cair de 250 metros no Parque Nacional de Yosemite, nos EUA.

Esse compilado de notícias foi a principal fonte do estudo, já que "selfie" nunca está inscrita como causa da morte. Diante disso, os pesquisadores creem que o real número de mortes possa ser maior. Em 2011, foram registradas somente três mortes por selfies, mas o número subiu para 98 em 2016, e 93 em 2017.

Os estudiosos descobriram ainda que mortes relacionadas a selfies são mais comuns na Índia, Rússia, Estados Unidos e Paquistão, e 72,5% das vítimas são homens. "Acidentes de carro por estarem posando para selfies são relatados como morte por acidente de trânsito", observou o estudo (ANSA).

Horário de verão começa no dia 18 de novembro

Agência Brasil

A um mês das provas do Enem, o governo federal adiou o início do horário de verão para o dia 18 de novembro. A data final para o horário de verão foi mantida para o terceiro domingo de fevereiro de 2019. Nas redes sociais, o ministro da Educação, Rossieli Soares da Silva, comemorou a mudança. “Candidatos terão mais tranquilidade para fazer as provas! Caso o horário de verão iniciasse no primeiro dia de provas do Enem, como estava previsto, muito provavelmente acarretaria prejuízos aos participantes”.

O pedido para mudar o início do horário de verão foi encaminhado pelo Ministério da Educação à Presidência da República. As provas do Enem estão marcadas para os dias 4 e 11 de novembro em todo o país. A previsão é de que 5,5 milhões de estudantes participem.
No início do horário de verão, os relógios devem ser adiantados em uma hora. O horário é adotado nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e o Distrito Federal.

Normalmente, a mudança de horário ocorre em outubro, mas no final do ano passado, o presidente Michel Temer assinou decreto adiando o início para novembro. Também houve uma discussão em torno da mudança de datas em decorrência do período eleitoral – o primeiro turno é no próximo domingo, 7, e o segundo dia 28.

 
 
 

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