“O Mágico de Oz”

O musical “O Mágico de Oz” chega com a versão 2018 no próximo dia 14

Cena da peça “O Mágico de Oz”.

Recheada de recursos multimidia, a superprodução vai levar crianças e famílias a um mundo de fantasias. No papel de Dorothy está a atriz mirim Bia Jordão. O espetáculo transporta para o palco a obra de Lyman Frank Baum, de 1900, criador de um dos mais populares livros escritos na literatura americana infantil. Trata-se da história de Dorothy e seu cãozinho Totó, que são levados por um terrível ciclone de uma fazenda no Kansas, nos Estados Unidos, até a Terra de Oz. Uma terra mágica e distante, além do arco-íris. Com diálogos e músicas cantadas em português, criadas especialmente para esta versão, o muscial é rico em efeitos especiais, como o vento produzido por ventiladores de grandes dimensões que fazem os espectadoresse sentirem como a menina Dorothy, dentro de um furacão.Na história, Dorothyé uma garotinha que mora em uma fazenda no Kansas, Interior dos EUA. Sempre ao lado de seu cachorrinho Totó, ela vive com os tios Emily e Henry. Um dia, um tornado leva Dorothy e Totó para uma terra mágica e distante, além do arco-íris: a Terra de Oz. Em Oz, Dorothy conhece o Homem de Lata, o Espantalho e o Leão. Eles ficam amigos e saem em busca do grande Mágico de Oz para realizar seus desejos e ajudar Dorothy a voltar para casa. E, como em todos os contos, neste também há um vilão (ou melhor, vilã): a Bruxa Má, que tenta impedir a volta para casa. A mensagem da história, aliás, é esta: não existe lugar melhor que nossa casa. Com Bia Jordão, Felipe Tavolaro, Ítalo Rodrigues, Alvinho de Pádua, Márcio Yáccof, Nicole Rosemberg, Carol Bezerra, Caio Viana, Titzi Oliveira e Marcos Antonelli, entre outros.

Serviço: Teatro Bradesco, R. Palestra Itália, 500 (Bourbon Shopping São Paulo). Sábado (14) às 15h30 e domingo (15) às 15h. Ingressos: de R$ 50 a R$ 150.

REFLEXÃO

Desfazendo sombras
Estendamos a sementeira de luz, através da dedicação ao trabalho com o Cristo, a fim de que a ignorância seja dissipada nos caminhos humanos. Todo egoísmo não é senão inferioridade e primitivismo da alma que nos cabe suprimir com os recursos da educação. Por toda parte, encontramos egoísmo na inteligência que se retrai nas furnas do comodismo, receando a luta sacrificial pela vitória do bem; egoísmo na fortuna amoedada a concentrar-se nas mãos dos argentários que fogem à evolução; egoísmo nos que dirigem, apaixonados pela volúpia do poder; egoísmo nos que obedecem, recolhidos ao espinheiral da revolta, de onde prejudicam a ordem e a organização; egoísmo nos mais experientes que se entrincheiram na intolerância e egoísmo nos mais jovens que tudo requisitam do mundo para a entronização do prazer. Entretanto semelhante desequilíbrio não nasce senão da ignorância que arroja sobre a consciência dos homens a noite da cegueira. Aprendamos a conhecer-nos na condição de usufrutuários das possibilidades da vida onde quer que nos achemos; saibamos receber o tempo e a existência por empréstimo do Pai Celestial, de que prestaremos contas; ofereçamo-nos ao conhecimento superior; impregnemos o coração no entendimento fraterno, como quem sabe que somos uma só família no círculo da Humanidade; e, buscando no próximo, um irmão de nosso próprio destino, segundo os padrões de Jesus, nele identificaremos a nossa melhor oportunidade de serviço, já que simbolicamente o próximo pode ser o degrau de nossa ascensão espiritual. Nessa altura de nossas experiências, a luz da compreensão se nos entranhará no espírito, e, então, extinto o nevoeiro da ignorância em torno de nossos próprios passos, o egoísmo cederá lugar ao amor, o amor com que nos movimentaremos na construção de um mundo mais elevado e mais feliz. (De “Abrigo”, de Francisco Cândido Xavier, pelo Espírito Emmanuel).

Patinação

Ballet Estatal de São Petersburgo no Gelo.

O Ballet Estatal de São Petersburgo no Gelo chega pela primeira vez ao Brasil para quatro. Com prestígio internacional, a companhia une o esplendor da dança clássica ao profissionalismo da patinação artística, fascinando, por mais de 40 anos, públicos de todas as idades e culturas ao redor do mundo. No palco, eles apresentarão o espetáculo “A Bela Adormecida”.

Serviço: Teatro Bradesco (Bourbon Shopping São Paulo), R. Turiassu, 2100, tel. 3670-4100. Quinta (05/04) a sábado 08/04) às 20h. Ingressos: De R$ 150 a R$ 500.

ÁGUAS DA UNIÃO

Em tempos tecnológicos onde as fronteiras se tornam inexistentes, mas a barreiras mentais ainda nos impedem de viver em união, André Abujamra busca inspiração nas águas, que também não conhecem fronteiras, e nesta reflexão mergulha em “Omindá”, seu novo trabalho que reúne participações especiais de artistas de diversos países. “Omindá” é o resultado de um sonho de mais de 11 anos, um espetáculo que além da banda e orquestra que estarão no palco, serão projetadas imagens com a participação dos convidados. Todos foram filmados em seus países de origem, entre eles Japão, França, Jordânia, India, Portugal, Estados Unidos, Uruguay, Argentina.

Serviço: Auditório Ibirapuera, Av. Pedro Álvares Cabral, s/n, Parque do Ibirapuera. Sexta (23) e sábado (24) às 21h e domingo (25) às 19h.Ingressos R$ 30 e R$ 15 (meia).

NOTA- LANÇAMENTO

Desde que surgiu a ideia de gravar um DVD, Emicida quis fazer um show em que pudesse homenagear artistas que são referências para ele. Para que Chorão fizesse parte do DVD de alguma maneira, Emicida cantou “Como Tudo Deve Ser”, do Charlie Brown Jr. O DVD “10 Anos de Triunfo” será lançado em maio pela gravadora Laboratório Fantasma, com distribuição da Sony Music. Informações (https://smb.lnk.to/ComoTudoDeveSer).


Reestreia

Ney Piacentini em “Espelhos”.

O solto teatral Espelhos, transcrição cênica dos contos homônimos O espelho, de Machado de Assis e Guimarães Rosa, está de volta a partir de sábado dia 24. Serão 8 apresentações deste solo que já está em sua quarta temporada na capital paulista. O trabalho, que promove um diálogo inédito no palco entre os maiores escritores brasileiros, foi dirigido por Vivien Buckupo e rendeu ao ator Ney Piacentini a indicação ao Prêmio de Melhor de 2016 pela APCA (Associação Paulista de Crítica de Artes).Na primeira parte, Piacentini investe-se de Jacobina, personagem de Machado de Assis que conta a amigos uma misteriosa passagem de sua juventude na qual enfrentou a solidão. Em seguida, o ator assume a figura criada por Guimarães Rosa que parte em busca de sua essência. A obra propõe uma interface entre a aguda percepção crítica de Machado e a poética que Rosa nos oferece com sua inquieta criatura. 

Serviço: Teatro da Cia do Feijão, R. Teodora Baima, 68, República. Sábados à 21h e domingos às 19h. Ingresso: Pague o quanto puder. Até 14/04.

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