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Cinco razões para adotar serviços de gestão de impressão em nuvem

O fluxo de dados de impressão nas empresas está embarcado em uma rede de múltiplos servidores, sistemas de software e dispositivos. Assim, muitas organizações frequentemente se perguntam sobre a necessidade e os benefícios de migrar os serviços de gestão de impressão para a nuvem

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Tak Naito (*)

É fato que esse modelo traz muitas vantagens, como escalabilidade, aumento da capacidade de serviço, redução da necessidade de manutenção e segurança. Mas é preciso que os responsáveis pela tomada de decisões em TI avaliem se a gestão de impressão em nuvem é a mais indicada para a empresa.

Nesse sentido, há cinco perguntas que você pode fazer para avaliar se está na hora de implantar a gestão de impressão em nuvem na empresa:

1. A infraestrutura de impressão é escalável?
O que acontece com o ambiente de impressão da empresa depois de uma expansão, aquisição ou reestruturação? Com um sistema tradicional baseado em servidor, a companhia pode adquirir uma variedade de softwares e hardwares de sistema de impressão. Porém, ao longo do tempo, as organizações descobrem que esses sistemas consomem muito tempo e geram dificuldade para construir ou escalar.

Por outro lado, o ambiente de gestão de impressão centralizado em nuvem reduz os custos com a compra de software e hardware; aumenta a agilidade da companhia, pois não é necessário configurar um novo servidor e conectá-lo a todos os dispositivos; e proporciona suporte padronizado para uma rápida resolução, quando necessário.

2. O departamento de TI está sobrecarregado?
Ter vários sistemas de administração de impressão é um desafio para a maioria dos departamentos de TI. Isso porque eles respondem chamadas de serviço ao mesmo tempo em que instalam atualizações e patches, obrigando as companhias a desviar a atenção das iniciativas estratégicas.

Um exemplo: uma empresa pode ter planos de atualizar o software empresarial ou dispositivos habilitados para IoT, mas o departamento de TI pode estar muito sobrecarregado para projetos como esse.

O modelo baseado em nuvem, em conjunto com equipes especializadas, ajuda a liberar os departamentos de TI das atividades de administração de impressão para que possam se dedicar a projetos de inovação. Também contribui para que as empresas reduzam os orçamentos de TI com requisitos de impressão.

3. A manutenção é reativa?
A indisponibilidade de toner, os atolamentos de papel e outros problemas de impressão como esses são comuns, mas prejudicam a produtividade. Isso porque a maioria das organizações assume uma postura reativa em relação aos equipamentos de impressão, somente dando atenção a eles quando precisam ser reparados.

Neste caso, os sistemas de gestão de impressão em nuvem levam vantagem, pois permitem o monitoramento e a geração de alertas contínuos para os dispositivos associados.

As organizações também recebem relatórios mensais com relação ao serviço que proporcionam, com métricas sobre o uso do equipamento e a infraestrutura de nuvem.

Ter esses dados à mão significa prevenir-se quanto a problemas, reduzindo de forma bastante significativa paradas por brechas de segurança, por exemplo.

4. Investimentos em infraestrutura são frequentes?
Ao migrar para a nuvem, as empresas não precisam fazer investimentos em infraestrutura, software ou atualizações. Também não é necessário administrar vários servidores de impressão, prática comum nos ambientes tradicionais de impressão.

Por isso, é importante observar se o sistema de gestão de impressão em nuvem permite que se crie um modelo operativo de custos, com avaliações de sistema, desenho padronizado, resposta a incidentes, além de configuração, implementação e administração. Esses recursos vão garantir a redução de custos, permitindo que investimentos sejam feitos em áreas estratégicas.

5. A rede de impressão é vulnerável?
Esse é outro problema que a gestão de impressão em nuvem elimina, assim como os outros quatro desafios acima.

As organizações se empenham em melhorar a segurança em TI, mas as violações de dados se tornam cada vez mais comuns. E os dispositivos de impressão tradicionais também estão sujeitos a ataques cibernéticos.

Isso não ocorre para os serviços de gestão de administração em nuvem, pois eles incluem capacidades e funções de segurança padronizadas, como acesso seguro para administração e usuários finais, criptografia de equipamentos, segurança de sobregravação de disco (DOSS), firmware, interface segura de painel de dispositivos, rastreio de atividades e prova anual de segurança para avaliação de vulnerabilidades.

É com base em perguntas como essas – e principalmente nas respostas dadas a elas – que as empresas estão percebendo que o modelo atual de ambiente de impressão não é sustentável. Está na hora de enxergar e maximizar os benefícios da migração para a nuvem.

(*) É gerente Sênior de Produto e de Inteligência de Marketing na Ricoh para América Latina.

Symantec protege o Office 365 com Data Loss Prevention

A Symantec anuncia novidades em sua tecnologia Data Loss Prevention (DLP) para proteger as informações no Office 365. Com o Symantec DLP, os dados são protegidos em descanso ou em trânsito, no local ou na nuvem, e em todos os lugares por meio de um único console de gerenciamento.
Monitorar e proteger dados na geração de nuvem é uma tarefa complexa, e o GDPR e outras regulamentações de privacidade semelhantes aumentaram ainda mais as apostas em segurança, privacidade e conformidade de dados. Assim, as empresas devem trabalhar para garantir que dados confidenciais, como PII, propriedade intelectual ou código-fonte, sejam protegidos, independentemente de onde sejam compartilhados. Na geração de nuvem, isso é mais difícil do que nunca, já que as empresas estão adotando rapidamente aplicativos SaaS, incluindo o Office 365, que exigem que os dados sejam movidos continuamente entre endpoints, nuvem e terceiros, como parceiros, fornecedores ou contratados (https://www.symantec.com/products/information-centric-security.).

As facilidades nas transações com Bitcoins

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Ainda existem muitas dúvidas em relação ao investimento em bitcoins. Afinal,sua criação é relativamente recente e criptomoedas são uma novidade para todo mundo. Inseridas no mercado no início de 2009, essas moedas virtuais foram criadas com o objetivo de tornar as transações mais seguras e privadas, eliminando a necessidade de um intermediário entre quem envia e quem recebe. Além disso, a emissão de bitcoins é altamente controlada e confiável. Com isso, os brasileiros começaram a considerar a compra desse tipo de criptomoeda como um investimento a longo prazo, preferindo mantê-los em carteiras digitais por conta da expectativa de valorização.
Mesmo com as recentes quedas, acredito que a consolidação dos bitcoins é uma questão de tempo. Para os próximos cinco anos, existem até previsões de que seu crescimento atinja 1.267%, podendo chegar a valer US$ 96.000 por unidade, como aponta um estudo feito pela empresa de consultoria e pesquisa de ICOs, Satis Group.
Uma das grandes possibilidades desse tipo de criptomoeda é sua utilização como nova forma de pagamento, substituindo até mesmo o cartão de crédito no futuro. Entre os benefícios, posso destacar a redução dos processos burocráticos, já que tudo é feito digitalmente. Para o comerciante que aceitar esse pagamento, o risco de "chargebacks" (operações de cartão de crédito canceladas) será eliminado.
Nos pagamentos tradicionais, por exemplo, corremos sempre o risco de termos nossos dados roubados. Com o uso de moedas virtuais, o destinatário recebe apenas o dinheiro, sem necessidade de receber os dados pessoais do pagador. Dessa forma, o risco do roubo de informações pessoais no processo de pagamento diminui consideravelmente.
Outro ponto positivo é que não existem barreiras para a utilização do bitcoin: basta ter um aparelho (computador ou smartphone), acesso à internet e instalar um app ou programa adequado: a utilização de bitcoins é voluntária e aberta, não necessitando de autorização de nenhuma empresa, órgão ou governo.
Em alguns casos, uma transação de bitcoin pode ser muito mais rápida e barata do que uma transação convencional. Por exemplo, um americano que quiser pagar um prestador de serviços em Bangladesh usando bitcoins poderá ter a sua transação confirmada em menos de uma hora a um custo atual de menos de um dólar. Comparado com um envio via bancos, que demora mais de um dia e não sai por menos de 50 dólares, a vantagem é clara. Às vezes, transações de bitcoin são até mais rápidas e baratas que TEDs (mas não sempre). Vale lembrar que o custo da transação e o tempo de confirmação são variáveis e dependem da demanda da rede, e não do valor transacionado.
Por fim, acredito que o uso dos bitcoins ou outros tipos de moedas semelhantes vai trazer mais comodidade e independência para seus usuários nos próximos anos. Ainda estamos todos aprendendo e nos adaptando, mas já estamos no início de uma nova era de transações digitais, talvez até uma nova "internet do dinheiro".

(Fonte: Fernando Bresslau, Country Manager da Ripio, carteira digital mobile para serviços financeiros).

O futuro da tecnologia no mercado de Food Service

Marcus Varandas Filho (*)

Segundo dados do IBGE, o trabalhador brasileiro gasta cerca de 25% de sua renda com alimentação fora do lar

Com uma movimentação de R$170 bilhões/ano, o setor cresce a números exponenciais e tem se reinventado diante das últimas crises econômicas.
Já segundo a SIS-Sebrae 2016, esse mercado representa 10,1% do PIB nacional e estima-se que o food service fique com 2,7% desse total. Além disso, a previsão de crescimento para o segmento em 2017 era de quase 11%.
Se fizermos um recorte sobre as características desses estabelecimentos, um estudo do Instituto Food Service Brasil indica que há um forte movimento na ampliação da capacidade de atendimento via os chamados “take away”, ou seja, restaurantes que desejam minimizar gastos e poupar tempo do consumidor.
O ponto aqui é que independentemente do tipo de estabelecimento ou modelo de negócios, a inovação se tornou item obrigatório para quem quer ganhar mercado e atrair os consumidores. Gestão de pedidos para múltiplos estabelecimentos a partir de um único local, onde é possível controlar o status de preparação, entrega e agendamento, já é uma realidade. Esses módulos substituem as impressoras de comanda por painéis interativos nos setores de produção. Todos os produtos são exibidos no dashboard com o tempo “Em aberto”, proporcionando um controle de tempo na produção dos pratos e mais agilidade no atendimento.
Um exemplo que a princípio pode parecer “bobo” são os Displays de senhas. Ao integrar essa solução em sistemas de emissão de senhas, o cliente não perde tempo esperando em filas nos restaurantes.
Outra aplicação tecnológica que ajuda (e muito) no dia a dia de quem atua no food service são as chamadas “Funções Encomendas”, ou seja, plataformas que conseguem aumentar a quantidade de pedidos a partir de uma organização eficiente e que atua desde a produção até a entrega dos alimentos. Essas ferramentas podem ser integradas a sistemas de controles de Estoques, gerando uma exatidão no controle de mercadorias, insumos e manipulação, além de evitar desperdícios.
Outra moeda de troca que tem feito a diferença na relação restaurante x consumidor é o engajamento. E isso só é possível por meio de conhecimento. De posse de informações sobre o comportamento de compra dos clientes, os estabelecimentos conseguem estabelecer um bom relacionamento e até mesmo criar Programas de Fidelidade. Por meio de sistemas que são robustos, em termos de tecnologia, mas simples de usar, os gestores conseguem integrar diferentes interesses do público-alvo e incrementar vendas. Afinal, estará falando com a pessoa certa, na hora exata e sobre itens que ela realmente se interessa.
Poderia citar aqui muitas outras aplicações, mas destaco que o setor de food service é um dos que mais investe e não para de crescer. Segundo dados da FoodTrendsBrasil 2020, a preferência dos brasileiros quanto à alimentação fora do lar se divide em restaurantes por quilo (27%), lanchonetes ou fastfoods (19%), restaurantes à la carte (18%), padarias (18%) e bares (11%). Ou seja, não importa qual seja o seu negócio, se você ainda não pensou em integrar soluções inteligentes, que conversem entre si e gerem insights preciosos para tomada de decisões, você está perdendo mercado!

(*) É CEO do Mvarandas, startup de inovação e tecnologia com foco em P&D.

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