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5 falhas que você deve evitar na gestão de um projeto

Quais são os principais pontos de atenção na hora de se definir uma estratégia para um projeto corporativo de sucesso

Foto: Reprodução

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Pedro Ivo Lages (*)

Seja qual for a finalidade do projeto iniciado pela sua empresa, para que ele obtenha sucesso e entregue o resultado esperado tanto para a sua equipe quanto para seus clientes, um planejamento cuidadoso e atento aos detalhes se torna imprescindível. Planejamento este que, além do próprio gestor do departamento de projetos, é também responsabilidade de toda a equipe envolvida.

Enquanto o papel do gestor, além de gerenciar e aplicar os recursos disponíveis também se divide em criar um ambiente propício e positivo para que sua equipe trabalhe de forma engajada, a equipe deve ser dividida de acordo com as habilidades e competências de cada membro para que as tarefas sejam exercidas com o máximo de precisão e de agilidade possível.

Segundo uma pesquisa do Project Management Institute, o PMI: ao questionar 300 empresas de grande porte que atuam em campos diferenciados entre si, 76% delas apontou que a falta de uma comunicação eficiente é a principal razão que leva seus projetos ao fracasso.

As empresas, seus integrantes e suas respectivas capacidades não são o problema: eles só precisam ser reorganizados dentro de suas atividades internas. E esta reorganização é demasiadamente simples, embora de suma importância. Vamos então fazer um panorama de suas principais etapas.

Não atrase o cronograma
Uma dica um pouco simplória, talvez? Não necessariamente. Frequentemente os projetos fracassam por conta da impossibilidade de se entregar determinada parte até a data estabelecida e, muitas vezes isso ocorre porque os prazos estipulados não são condizentes com o volume de tarefas atribuídas uma equipe.

Este fator também se relaciona diretamente com a falta de comunicação mencionada anteriormente: um gestor de projetos pode conhecer muito bem todas as etapas e demandas de seu departamento, mas nem sempre possui a expertise. Isto o faz atribuir um número grande demais de operações a um grupo pequeno de pessoas e assim, todo o projeto é comprometido.

Gestão de atividades com o seu time
A comunicação é tarefa de todos os integrantes, sabemos, mas ainda assim, deve partir daquele que está na posição de liderança. Portanto, conhecer cada processo detalhadamente e realizar um trabalho cooperativo são etapas cruciais para que uma perspectiva realista da situação seja obtida e com isso, tudo seja entregue de acordo com a viabilidade de todos os membros do departamento, como ilustramos acima. Supervisionar nem sempre é o bastante, é preciso perguntar, engajar e fomentar debates saudáveis sobre o desenvolvimento do projeto.

Gestão de atividades com o time do seu cliente
Da mesma forma que o seu time precisa estar alinhado para o trabalho de todos dialogue entre si, o mesmo princípio se aplica para o time do seu cliente, afinal, o projeto não está apenas em suas mãos. Como um departamento especializado no assunto, você, como gestor, traz o know-how de um outsider para uma implementação externa, ou seja, todo um novo grupo de pessoas que não está sob o seu controle também precisa ser coordenado de acordo com o objetivo em comum.

Isso exige uma conversa de gestor para gestor para que ele oriente o seu time. Compartilhe então prazos, recursos, informações internas referentes a infraestrutura, tudo que cabe ao time do seu cliente estar à par para que as suas atividades sejam planejadas e executadas em conformidade com a situação do seu setor de projetos.

Status report
O Status Report nada mais é do que um relatório que deve ser preenchido periodicamente por todos os envolvidos no projeto para o monitoramento do gerente do setor. Questões como o que já foi entregue, prazos cumpridos, pontos de atenção, problemas encontrados e problemas resolvidos devem ser relatados neste documento de forma simples e objetiva para que o gestor faça um acompanhamento constante de todas as atividades.

Gestão de expectativas
Talvez a etapa mais essencial de todas, a gestão de expectativas é atitude que ditará o sucesso de todo o seu projeto, pois irá manejar tanto a performance do seu time quanto a perspectiva do seu cliente. Prometer algo que não é viável, seja em termos financeiros, por conta de disponibilidade ou até mesmo leque de habilidades de uma equipe, simplesmente é fora de cogitação.

Finalmente, definidos estes passos, entendemos um pouco mais a fundo quais são os fatores que ditam qual o rumo que um projeto tomará, por mais positivo que o seu potencial de sucesso seja. Nem sempre são as características de nosso aparato técnico ou as competências de nosso staff que irão definir isso, e sim, como gerenciamos tempo, recursos e como nos comunicamos com todos que estão envolvidos, tanto nosso cliente quanto nosso próprio time.

(*) É especialista na área fiscal e contábil, Sócio Fundador e Diretor de Serviços e Projetos na EZ4.


E-commerce: siga aquele chinês!

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A China atualmente possui o maior e-commerce do mundo, com fatia de 40% de todo o mercado. 7,1 bilhões de chineses estão conectados, o equivalente à soma da população online da Índia e dos Estados Unidos.
Isso não se deve apenas ao fato da China ser o país mais populoso do mundo. Os investimentos em tecnologia e as facilidades de compra no varejo físico e online são os principais fatores para este mercado estar se tornando o mais poderoso. A participação do consumo online no PIB Chinês chega a 6,9%, perdendo apenas para a Coreia do Sul, com 8%. Os Estados Unidos, em 5º lugar, chegam a 5,4%; e o Brasil, em 10º no ranking, a apenas 2,4%.
Brasil e China estão em plena fase de desenvolvimento e lideram o mercado em seus continentes, mas a situação político-econômica brasileira fez com que a China, mesmo com seu histórico político-econômico, alavancasse em inovação no comércio online.
No setor de meios de pagamento, por exemplo, enquanto no Brasil predominam o uso dos cartões de crédito e débito, além do dinheiro, na China estes praticamente não são utilizados, predominando o uso do mobile pay, principalmente do QR Code. Em 2016, o mercado de pagamentos móveis chinês transacionou US$ 9 trilhões, frente a US$ 112 bilhões nos EUA. A previsão é que entre 2020 e 2021, esse número alcance US$ 47 trilhões na China.
Percebendo o tamanho potencial de mercado, a China investe em tecnologias para aprimorar o uso dos pagamentos móveis e oferecer outras facilidades ao consumidor. Lá, até doações para transeuntes são realizadas com QR Code.
Os estacionamentos utilizam reconhecimento de placa para facilitar o uso do serviço. Já nos supermercados, os produtos são escaneados na prateleira para que depois o consumidor possa quitar com QR Code. Nas compras online, funcionários das lojas montam a sacola de compras para que sejam entregues na casa do consumidor em até 30 minutos. A expectativa é que em 2020 o uso do dinheiro físico seja extinto em algumas cidades chinesas.
Aqui no Brasil, o movimento de QR Codes já começa a ter mais força. No mês passado, a Cielo lançou a solução QR Code ™ Pay que traz a mesma facilidade de tirar uma foto do celular, ao mesmo tempo em que todas as máquinas da Cielo já estão se adaptando para utilizar a nova forma de pagamento e em breve a solução também estará disponível para e-commerce. Esta iniciativa permite que o mesmo movimento de simplificar o processo de compras ocorrido na China aconteça no Brasil. Isso porque que ambos os países apresentam semelhanças quanto a preferência do usuário pelo mobile, e a necessidade de adaptar as inovações do setor aos dispositivos que os consumidores já possuem.
O que se espera é que, impulsionado pelo uso do QR Code e o investimento em novas tecnologias, o e-commerce brasileiro continue a caminhar em passos largos para o ápice do seu crescimento, criando novas possibilidades de negócios e mais comodidade para o consumidor, deixando a experiência de compras mais fluída e aumentando a conversão de vendas. Embora esteja em constante expansão, certamente ainda temos muito a aprender com os chineses.

(Fonte: Rogério Signorini é Diretor Geral da Braspag)

Jornada para a nuvem: mesmo destino, diferentes rotas!

Alexandre Glikas (*)

Não há dúvida, a jornada para a nuvem é um caminho sem volta

Foi a respeito disso que eu e alguns executivos do setor discutimos em um painel, durante um evento de tecnologia, em São Paulo. Com o tema “A Caminho da Nuvem: Ampliando oportunidades para atender demandas imprevisíveis e volumes explosivos de dados”, esse é um assunto que pode render incontáveis horas de conversa.
A tecnologia vem mudando a forma de fazer negócio, agregando valor e impactando diretamente as receitas das empresas. Nesse caminho, o cloud tem sido um importante aliado.
Para se ter noção do tamanho desse mercado, foi comentado durante o evento que o consumo de nuvem vai crescer 60 vezes em cinco anos no mundo. E este não é nenhum número absurdo, é resultado da disseminação e evolução dos serviços em nuvem.
No entanto, há ainda uma grande parte de tomadores de decisão que têm receio em migrar seus sistemas. Apesar do cloud passar por um processo de popularização, alguns empreendedores ainda enxergam essa tecnologia de forma nebulosa, seja em relação à segurança, investimento ou mesmo por não conhecerem completamente seu funcionamento.
Também por conta desse cenário, a posição de Cloud Service Management - CSM vem ganhando espaço, seja auxiliando empresas a saírem dessa fase receosa ou mesmo aqueles que estão no outro extremo dessa linha e já não conseguem, sozinhos, gerenciar seus sistemas em nuvem, principalmente aqueles em cloud pública.
Com a função de ajudar o cliente a encontrar os serviços em cloud que se encaixam em suas demandas, eles têm uma posição de confiança nas empresas, sendo corresponsáveis pela gerência dessa jornada. Não à toa, o CSM representará 40% do crescimento das nuvens públicas em dez anos.
Assim como existe uma fatia de executivos receosos com o uso do cloud, há, na outra ponta, uma enorme pressão em cima dos CIOs para levarem tudo para a nuvem. Entretanto, antes dessa tomada de decisão e para, de fato, obter as vantagens que essa tecnologia proporciona, é preciso entender o que faz sentido, qual aplicação, para qual nuvem, qual tecnologia e qual será o custo-benefício.
Com isso, também podemos concluir que diferentemente do que alguns executivos principalmente nas micro e pequenas empresas, podem pensar, essa tecnologia não é apenas para grandes companhias. A jornada para a nuvem é uma viagem que todas deverão fazer, o que será diferente serão os caminhos percorridos, ou seja, as soluções e formatos que cada uma utilizará.
Vale lembrar que essas diferenciações vão muito além da simples divisão de caminhos entre as micros, pequenas, médias e grandes empresas. Tem a ver com o tipo de negócio, com quem está por trás daquela corporação, com as dores e necessidades daquele empreendedor.
Na jornada para a nuvem, as soluções precisam se integrar, de maneira natural, à infraestrutura das companhias de acordo com a disponibilidade de investimento e outras variáveis, que podem personalizar e agregar ainda mais valor a essa caminhada.

(*) É diretor-geral da Cluster2Go e Locaweb Corp, unidade corporativa da Locaweb.

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